- Morador de Teresina, no Piauí, transforma o quintal de casa em habitat para abelhas sem ferrão, como forma de melhorar a polinização das plantas.
- As espécies criadas são jandaíra, tiúba e marmelada.
- A prática utiliza técnicas para simular ocos naturais e atrair novas colônias; a extração do mel é apenas para consumo próprio.
- O produtor Gil Moreira comenta que aprendeu que a polinização envolve mais do que pólen, incluindo as plantas e néctares favoritos de cada espécie.
- A experiência mostra que é possível manter colmeias nativas em áreas urbanas.
Na zona urbana de Teresina, no Piauí, um meliponicultor mostra que é possível criar abelhas sem ferrão em quintais. Gil Moreira transformou o espaço de casa em habitat para espécies nativas, como solução para melhorar a polinização das plantas.
A iniciativa foi surgindo a partir de estudos sobre polinização. Moreira decidiu integrar as abelhas nativas à horta, criando colônias de espécies como jandaíra, tiúba e marmelada. A adaptação das colônias surpreendeu o produtor.
Segundo ele, a polinização trouxe aprendizados além do pólen. “A importância vai além da polinização, cada espécie tem plantas e néctar favoritos”, afirma, destacando a diversidade observada.
A prática envolve técnicas cuidadosas, como simular ocos naturais com iscas atrativas para capturar novas colônias ou adquirir comunidades já estabelecidas. A extração de mel é realizada apenas para consumo próprio.
Espécies criadas e benefícios
A escolha por abelhas sem ferrão busca favorecer a biodiversidade local. Além de aumentar a produtividade das plantas do quintal, o manejo respeita espécies nativas e evita impactos sobre abelhas exóticas.
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