Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Dor na perna de menina de 4 anos leva ao diagnóstico de leucemia

Dor na perna de menina de quatro anos leva ao diagnóstico de leucemia com mutação rara, tornando a quimioterapia menos eficaz

Dor na perna levou a menina a um diagnóstico de leucemia — Foto: Arquivo pessoal
0:00
Carregando...
0:00
  • Dor persistente na perna de uma menina de 4 anos levou ao diagnóstico de leucemia linfoblástica aguda (LLA) e início de tratamento imediato.
  • Exames mostraram mutação genética rara que reduziu a eficácia da quimioterapia convencional, levando a ajustes no tratamento.
  • A filha recebeu quimioterapia, imunoterapia, terapia com células CAR-T (coleta de células, modificação e reinfusão) e, posteriormente, transplante de células-tronco.
  • Nos 100 dias após o transplante, permaneceu isolada em casa por conta da baixa imunidade, mas manteve bom humor durante o processo.
  • Hoje com 6 anos, está na primeira série escolar e a família busca ampliar informações sobre a mutação rara e a terapia CAR-T para apoiar outras famílias.

Uma menina de 4 anos recebeu o diagnóstico de leucemia linfoblástica aguda após apresentar dor persistente na perna. O caso, relatado pelo TODAY.com, aponta para uma mutação genética rara que compromete a eficácia da quimioterapia convencional.

A família, residente no estado de Nova York, buscou atendimento assim que os sintomas se agravaram em abril de 2024. Após exames de sangue e avaliação hospitalar, a oncologista pediátrica confirmou o diagnóstico e iniciou o tratamento de forma imediata.

Inicialmente, Bryn foi internada e recebeu quimioterapia por meio de um cateter. O pai informou que a situação surpreendeu a família, que esperava apenas dores de crescimento. A internação aconteceu no mesmo dia em que o diagnóstico foi confirmado.

Mudança de abordagem terapêutica

Exames subsequentes identificaram a mutação genética rara, que reduz a resposta aos protocols padrão. Embora a quimioterapia tenha tido efeito parcial, a equipe médica optou por complementar o tratamento com abordagens adicionais.

A garota recebeu imunoterapia e utilizou uma bolsa portátil de medicação contínua por semanas. Em seguida, foi indicada a terapia com células CAR-T, cuja coleta e processamento ocorrem em laboratório especializado. As células modificadas foram reinfundidas em setembro.

Transplante e recuperação

Em outubro, Bryn passou por transplante de células-tronco. Durante os 100 dias após o procedimento, permaneceu isolada devido à imunidade baixa. Mesmo assim, a família relatou bom ânimo da criança ao longo do tratamento.

Hoje, com seis anos, Bryn está na primeira série e já retornou à escola. A família busca ampliar a busca por informações sobre a mutação rara e ampliar a conscientização sobre a terapia com células CAR-T, para apoiar outras famílias em situação semelhante.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais