- Dor persistente na perna de uma menina de 4 anos levou ao diagnóstico de leucemia linfoblástica aguda (LLA) e início de tratamento imediato.
- Exames mostraram mutação genética rara que reduziu a eficácia da quimioterapia convencional, levando a ajustes no tratamento.
- A filha recebeu quimioterapia, imunoterapia, terapia com células CAR-T (coleta de células, modificação e reinfusão) e, posteriormente, transplante de células-tronco.
- Nos 100 dias após o transplante, permaneceu isolada em casa por conta da baixa imunidade, mas manteve bom humor durante o processo.
- Hoje com 6 anos, está na primeira série escolar e a família busca ampliar informações sobre a mutação rara e a terapia CAR-T para apoiar outras famílias.
Uma menina de 4 anos recebeu o diagnóstico de leucemia linfoblástica aguda após apresentar dor persistente na perna. O caso, relatado pelo TODAY.com, aponta para uma mutação genética rara que compromete a eficácia da quimioterapia convencional.
A família, residente no estado de Nova York, buscou atendimento assim que os sintomas se agravaram em abril de 2024. Após exames de sangue e avaliação hospitalar, a oncologista pediátrica confirmou o diagnóstico e iniciou o tratamento de forma imediata.
Inicialmente, Bryn foi internada e recebeu quimioterapia por meio de um cateter. O pai informou que a situação surpreendeu a família, que esperava apenas dores de crescimento. A internação aconteceu no mesmo dia em que o diagnóstico foi confirmado.
Mudança de abordagem terapêutica
Exames subsequentes identificaram a mutação genética rara, que reduz a resposta aos protocols padrão. Embora a quimioterapia tenha tido efeito parcial, a equipe médica optou por complementar o tratamento com abordagens adicionais.
A garota recebeu imunoterapia e utilizou uma bolsa portátil de medicação contínua por semanas. Em seguida, foi indicada a terapia com células CAR-T, cuja coleta e processamento ocorrem em laboratório especializado. As células modificadas foram reinfundidas em setembro.
Transplante e recuperação
Em outubro, Bryn passou por transplante de células-tronco. Durante os 100 dias após o procedimento, permaneceu isolada devido à imunidade baixa. Mesmo assim, a família relatou bom ânimo da criança ao longo do tratamento.
Hoje, com seis anos, Bryn está na primeira série e já retornou à escola. A família busca ampliar a busca por informações sobre a mutação rara e ampliar a conscientização sobre a terapia com células CAR-T, para apoiar outras famílias em situação semelhante.
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