- Brasil teve 1.968 focos de incêndio em março, queda anual de 16,5%.
- Roraima foi o estado mais atingido; Bahia, Mato Grosso e Santa Catarina aparecem em seguida.
- A Amazônia concentrou a maior parte dos focos em março, totalizando 874 registros.
- No acumulado de 2026, o Brasil registra 8.406 focos, alta de 15% em relação aos primeiros três meses de 2025 (7.313).
- Em 2025 houve redução de cerca de 50% no número de focos comparado a 2024, segundo o Ipam.
O Brasil registrou 1.968 focos de incêndio em março, queda de 16,5% em relação ao mesmo mês de 2025. O total revela a atuação de diversos biomas no país, com a Amazônia concentrando a maior parte dos registros.
Roraima foi o estado mais atingido, seguido por Bahia, Mato Grosso e Santa Catarina. Ao todo, todos os biomas apresentaram pontos de incêndio neste mês, com a Amazônia respondendo por 874 ocorrências.
No acumulado de 2026, o Brasil teve 8.406 focos de incêndio, alta de 15% frente aos três primeiros meses de 2025, que totalizaram 7.313 ocorrências. Janeiro foi o mês mais intenso, com 4.571 registros.
O relatório cita redução expressiva de 2025 em relação a 2024, quando houve queda de cerca de 50% no total de focos. Ações de prevenção e manejo também aparecem citadas como fatores relevantes para essa reversão.
Especialistas destacam que o fogo que sai do controle pode gerar receio de novas queimadas, impactando decisões de áreas atingidas em anos subsequentes. A redução tende a depender de ações contínuas de monitoramento.
O estudo também contextualiza o marco regulatório: a Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo entrou em vigor em julho de 2024, buscando ações coordenadas entre governo federal, estados e municípios para prevenção, preparação e controle.
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