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Especialista explica funcionamento do foguete Artemis II e réplica

Artemis II usa o SLS, foguete mais potente da Nasa, com flyby lunar em cerca de dez dias; custo por lançamento é de 4,1 bilhões de dólares e Brasil participa de Artemis

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  • O foguete Space Launch System (SLS) será utilizado na missão Artemis II, prevista para esta quarta-feira, 1º, e é considerado o mais potente já construído pela Nasa.
  • Segundo o especialista Pedro Pallotta, o SLS pode levar seres humanos à órbita da Lua, com passagem de flyby e retorno pela trajetória de livre retorno.
  • O custo estimado é alto: cerca de 4,1 bilhões de dólares, mais de 20 bilhões de reais por lançamento, e o veículo pesa mais de 1.500 toneladas.
  • O funcionamento envolve boosters laterais para a decolagem e um estágio central movido a hidrogênio e oxigênio líquido, cuja reação produz água, tornando a parte central menos poluente.
  • A missão Artemis II tem duração de cerca de 10 dias, com cerca de 24 horas em órbita da Terra antes de seguir para a Lua; o Brasil é signatário dos acordos Artemis, o que pode favorecer participação no programa.

O foguete SLS, da Nasa, será usado na missão Artemis II prevista para esta quarta-feira (1º). A nave levará quatro astronautas em órbita da Terra, com passagem pela órbita lunar e retorno por trajetória de livre retorno. A reportagem consulta o especialista Pedro Pallotta, em entrevista à CNN Brasil.

O SLS é descrito como o foguete mais potente já construído pela agência. Embora possa levar humanos à órbita da Lua, o custo de cada lançamento gira em torno de 4,1 bilhões de dólares, segundo Pallotta. O peso da estrutura supera 1.500 toneladas.

Tecnologia e funcionamento

O sistema é composto por boosters laterais que impulsionam a decolagem, com a parte central movida por hidrogênio e oxigênio líquido. Segundo Pallotta, a reação gera principalmente água, o que reduz o impacto ambiental na fase central.

A missão Artemis II tem duração estimada de 10 dias. Os astronautas ficarão em órbita da Terra por cerca de 24 horas antes de seguir para a Lua, em uma operação de alto risco e sem pouso programado.

Participação brasileira

Pallotta destaca que o Brasil é signatário dos acordos Artemis, o que consolida um ambiente favorável para participação do país no programa. O especialista ressalta a importância de dados espaciais para avanços na agricultura, tecnologia e melhoria de vida.

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