- Dia Mundial da Atividade Física é celebrado em 6 de abril, destacando os benefícios do exercício para a saúde.
- A prática regular reduz o risco de pelo menos 13 tipos de câncer, incluindo mama, próstata e trato digestivo.
- Pacientes oncológicos ativos durante e após o tratamento costumam apresentar melhor evolução clínica.
- Entre os ganhos estão bem‑estar, redução da fadiga, maior disposição, melhor adesão ao tratamento e menor risco de recidiva, com menos complicações cardiovasculares.
- O exercício passa a ser visto como parte do tratamento oncológico, ao lado de quimioterapia, cirurgia e radioterapia.
O Dia Mundial da Atividade Física, celebrado em 6 de abril, ganha relevância ao reforçar que o movimento regular protege a saúde. Dados científicos indicam que a prática reduz o risco de pelo menos 13 tipos de câncer, incluindo mama, próstata e trato digestivo.
Além da prevenção, há evidências de que pacientes oncológicos que se mantêm ativos durante o tratamento apresentam evolução clínica mais favorável. Correre, caminhar ou praticar atividades moderadas podem contribuir para o bem‑estar e a adesão aos tratamentos.
Benefícios para pacientes em tratamento
Entre os ganhos relatados estão menor fadiga, maior disposição e melhora do bem‑estar geral. Estudos também apontam redução de complicações cardiovasculares e potencial queda na probabilidade de recidiva, quando a atividade física é integrada ao regime terapêutico.
A prática como ferramenta terapêutica
A atividade física passa a ser vista como parte do cuidado oncológico, ao lado de quimioterapia, cirurgia e radioterapia. O exercício atua de modo integrado, visando resultados clínicos e qualidade de vida do paciente.
Como iniciar e manter o hábito
A orientação é começar no ritmo individual, respeitando limites. A constância, não a intensidade, é a chave para manter os benefícios ao longo do tratamento e da vida.
Dr. Fernando Maluf, médico oncologista, destaca que o movimento diário é uma das formas mais acessíveis de cuidar da saúde e pode fazer diferença na prevenção e no tratamento. Maluf é cofundador do Instituto Vencer o Câncer e professor da Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo.
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