- Artemis II é uma viagem de cerca de dez dias com quatro astronautas, em órbita ao redor da Lua e retorno à Terra, o primeiro voo tripulado nesse formato desde o programa Apollo.
- Nos primeiros dias, a tripulação testa os sistemas da nave em órbita terrestre, incluindo suporte à vida, propulsão, navegação e comunicação.
- Dias um e dois registram verificações em órbita, seguidos por uma queima para a injeção translunar em direção à Lua.
- Dias três e quatro seguem a viagem até a Lua; a nave percorre distâncias maiores que qualquer missão tripulada anterior e contorna o lado oculto da Lua em trajetória de retorno livre.
- Dias cinco a oito são de retorno à Terra, com testes em ambiente de espaço profundo, reentrada a velocidades superiores a quarenta mil quilômetros por hora e amerissagem no Oceano Pacífico com recuperação da tripulação.
A missão Artemis II da Nasa terá duração de cerca de 10 dias e envolve quatro astronautas em uma viagem ao redor da Lua, retornando à Terra.
O objetivo é testar integralmente os sistemas da cápsula Orion, incluindo suporte à vida, propulsão, navegação e comunicações.
Nos dias iniciais, a tripulação permanece em órbita terrestre para realizar verificações dos sistemas.
Em seguida, a Orion executa a injeção translunar, deixando a órbita da Terra em direção à Lua. A nave percorrerá trajetória de ida até o satélite natural.
Trajeto e observações técnicas
Durante a viagem, os astronautas monitoram continuamente a navegação e a integridade dos sistemas em ambiente de espaço profundo, atingindo distâncias históricas para uma missão tripulada. A passagem pela Lua ocorre com trajetória de retorno livre, sem grandes manobras adicionais.
Dias 5 a 8 marcam o retorno à Terra, com testes contínuos de energia, controle térmico e operações da nave.
A cápsula se prepara para a reentrada a velocidades superiores a 40 mil km/h e, após o escoamento pela atmosfera, amerissa no Oceano Pacífico. Equipes de resgate recuperam a tripulação.
A Artemis II é tratada como etapa-chave do programa, abrindo caminho para futuras missões com pousos lunares ainda nesta década.
O planejamento segue dentro de padrões de segurança e ceticismo técnico, sem previsões de conclusão antecipada.
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