- No terceiro dia da missão Artemis II, a tripulação da cápsula Orion seguiu para o período de observação lunar previsto para a segunda-feira seis, e realizou treinamentos de resposta a emergências médicas e de comunicação de emergência.
- O piloto Victor Glover afirmou que a Lua está “definitivamente ficando maior” e que já foi possível observar a Bacia Orientale, a mais jovem entre as grandes bacias lunares.
- A equipe identificou a Orientale Basin, conhecido como o “Grand Canyon” da Lua, durante a análise de fotos feitas a bordo.
- A NASA divulgou imagens da cápsula no espaço com a Lua ao fundo, registradas por uma câmera instalada em um painel solar, além de planejar transmissões ao vivo quase todos os dias.
- O comandante da missão, Scott Wiseman, descreveu um momento em que o Centro de Controle reorientou a espaçonave ao pôr do sol atrás da Terra, permitindo visão do globo inteiro com aurora boreal visitando o interior.
O astronauta Victor Glover, piloto damissão Artemis II, destacou na manhã deste sábado que a Lua parece estar ficando maior, em meio aos preparativos da tripulação para o sobrevoo lunar. A observação ocorreu no terceiro dia completo da missão, com a cápsula Orion seguindo em direção à Lua.
Glover informou que, na situação atual, já foi possível identificar uma região lunar chamada Bacia Orientale, a mais jovem entre as grandes bacias. Segundo ele, fotos capturadas pela tripulação foram analisadas em computador, revelando a área conhecida como Orientale Basin, descrita como o(s) Grand Canyon da Lua.
No terceiro dia da missão, a tripulação da Artemis II iniciou o período de observação lunar na cabine da Orion, com atividades previstas para ocorrer na próxima segunda-feira, 6. Além disso, astronautas realizaram treinamentos de resposta a emergências médicas e testaram o sistema de comunicação de emergência da nave.
A Orion permanece em trajetória rumo à Lua, com o objetivo de executar um sobrevoo lunar e coletar observações científicas da superfície. Uma imagem divulgada pela Nasa mostra a cápsula no espaço profundo, com a Lua ao fundo, registrada por uma câmera instalada em um painel solar.
Imagens ao vivo da tripulação devem ser disponibilizadas quase diariamente, conforme a Nasa avança na missão. O comandante Wiseman descreveu, em transmissão recente, um momento em que a visão do globo terrestre seria possível desde a nave, abrangendo polos, África, Europa e, de perto, a aurora boreal, sensação que impressionou a equipe.
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