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Mãe identifica doença rara e progressiva que já afeta movimentos da filha

Mãe descobre doença de Batten em filha de quatro anos; convulsões diárias e perda progressiva de habilidades, sem cura, em meio a tratamento experimental

O sinal discreto que veio durante a noite e mudou toda a vida de Ceeariah Madden e a filha Azylah — Foto: Reprodução/redes sociais
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  • A mãe Ceeariah Madden, da Flórida, percebeu comportamento distante em Azylah, quatro anos, e buscou atendimento médico.
  • Após semanas de exames, foi confirmado o diagnóstico de Doença de Batten tipo CLN6, uma condição genética rara, progressiva e sem cura.
  • A doença provoca convulsões diárias e a perda gradual de habilidades já desenvolvidas pela criança.
  • A menina já enfrenta dificuldades para andar e manter o equilíbrio, com quedas frequentes.
  • Sem cura, a família busca retardar a progressão com Miglustat, medicamento em fase experimental, na esperança de ganhar mais tempo com a filha.

A mãe Ceeariah Madden percebeu mudanças sutis no comportamento da filha, Azylah, de quatro anos, na Flórida, EUA. Espasmos leves e apatia chamaram a atenção e levaram a família ao hospital. O diagnóstico chegou após semanas de exames.

A Doença de Batten tipo CLN6, também chamada Lipofuscinose Ceroide Neuronal tipo 6, foi confirmado como causa dos sintomas. A condição é genética, progressiva e sem cura, atingindo o sistema nervoso e reduzindo gradualmente as funções do corpo.

Com o avanço da doença, Azylah passou a apresentar convulsões diárias, dificuldades para andar e manter o equilíbrio. A família relata queda frequente e perda de habilidades desenvolvidas anteriormente. O prognóstico aponta expectativa de vida entre oito e 12 anos.

Desdobramentos da condição

Não há tratamento curativo. O principal objetivo é desacelerar a progressão e melhorar a qualidade de vida. A família busca opções que possam ganhar tempo, incluindo um medicamento em fase experimental, o Miglustat, considerado uma possibilidade de ampliar momentos com a garota.

A mãe frisa a importância de dar visibilidade ao caso. A meta é que crianças com situações semelhantes sejam vistas e ouvidas, com acesso a informações e apoio. Enquanto a doença avança, a família tenta transformar cada dia em memória compartilhada.

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