- Artemis II realizou sobrevoo de sete horas ao redor da Lua, atingindo a maior distância já percorrida por humanos no espaço.
- Christina Koch disse que crateras da Lua estavam brilhando, lembrando um abajur com furos.
- A tripulação percebeu a Lua como mais próxima e viu a Terra ao mesmo tempo, com a Terra aparecendo mais brilhante.
- No lado oculto da Lua, houve incomunicabilidade temporária com a Terra; o sinal foi restabelecido após a Orion reaparecer.
- A missão iniciou o retorno à Terra após o ponto mais próximo da Lua, seguindo o trajeto de retorno livre; Victor Glover relatou cansaço visual ao alternar entre brilho externo e cabina.
Durante o sobrevoo de sete horas ao redor da Lua, iniciado nesta segunda-feira (6), os astronautas da missão Artemis II relataram novas percepções sobre o satélite. Christina Koch, da Nasa, afirmou quecrateras da Lua estavam brilhando, em observação feita pela janela da Orion.
Koch descreveu crateras novas como pequenas, com padrões que lembram um abajur com furos, por onde a luz passa. A tripulação observou a Lua parecendo maior ainda, mantendo a Terra visível no horizonte, o que intensifica a percepção de brilho.
Victor Glover comentou sobre desafios operacionais durante o dia a dia na cabine, incluindo a necessidade de alternar entre visões externas intensas e tarefas dentro da nave, como operação de câmeras e equipamentos.
Retorno à Terra
Ao completar a aproximação mais próxima da superfície lunar, a Orion iniciou o trajeto de retorno livre rumo à Terra. Durante o trajeto, a nave passou pelo lado oculto da Lua, momento em que a comunicação com a Terra ficou temporariamente interrompida.
O sinal foi restabelecido após a Orion reaparecer do outro lado da Lua, marcando a retomada das comunicações. Koch comentou, ao reestabelecer a conexão, que é reconfortante ouvir a Terra novamente.
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