Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Dr. Kalil aborda diagnóstico precoce do câncer de próstata

Especialistas apontam rastreamento aos 50 anos (45 em alto risco), com toque retal e PSA como exames complementares no diagnóstico

Photo
0:00
Carregando...
0:00
  • O rastreamento do câncer de próstata deve começar aos 50 anos para homens sem histórico familiar e aos 45 para aqueles com alto risco.
  • O câncer é extremamente raro em homens abaixo de 40 anos; quando ocorre, pode envolver tumores não prostáticos incomuns, como sarcomas.
  • O diagnóstico é feito por toque retal e PSA; os dois exames são complementares e não confirmam o tumor sozinhos.
  • Há esforço para desmistificar o rastreamento, com campanhas como o Novembro Azul ajudando a ampliar a informação e reduzir preconceitos.
  • Novas tecnologias, como ressonância magnética, testes genéticos e outros marcadores sanguíneos, estão sendo incorporadas para ampliar a precisão do diagnóstico precoce.

O diagnóstico precoce do câncer de próstata foi o tema central de uma conversa com o Dr. Roberto Kalil, no programa CNN Sinais Vitais, no último sábado. Especialistas participaram para esclarecer quando iniciar o rastreamento e quais exames usar.

Segundo os médicos, o câncer de próstata é raro em homens com menos de 40 anos. Quando ocorre, aponta-se para tumores atípicos. O oncologista Fernando Maluf explicou que, nesse caso, não se trata dos tumores prostáticos comuns.

O rastreamento deve começar aos 50 anos para homens sem histórico familiar da doença, e aos 45 anos para aqueles com alto risco, como familiares diretos com histórico de câncer de próstata ou presencia de síndromes genéticas específicas.

Para confirmar a suspeita, dois exames básicos são usados: o toque retal e o PSA. Os especialistas ressaltam que nenhum deles sozinha dá diagnóstico definitivo; os dois exames são complementares.

O urologista Rafael Coelho destacou a importância de desmistificar o rastreamento. Com campanhas de saúde masculina, ele afirma que o tema tem ganhado mais acesso e compreensão ao longo do tempo.

Coelho ainda reforçou que o rastreamento não deve ficar condicionado apenas ao toque retal. O foco é a saúde masculina como um todo, incluindo aspectos cardiovasculares e bem-estar geral.

Dados atuais indicam que, em estudos com mais de 30 anos de seguimento, um diagnóstico precocificado de PSA pode salvar vidas entre os homens avaliados. A prática do rastreamento tem colaborado com a redução da mortalidade.

Além dos métodos tradicionais, novas tecnologias vêm sendo incorporadas ao diagnóstico precoce. Ressonância magnética, testes genéticos e outros marcadores sanguíneos ajudam a complementar os exames existentes.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais