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Grupo Diamante investe em nuclear e mira minerais críticos

Grupo Diamante amplia atuação em minerais críticos, microrreatores e irradiação de alimentos, com parceria com a Rosatom para Nadina Minerals

Jorge Nemr, presidente do conselho da Diamante Energia, em entrevista ao Alta Voltagem
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  • Grupo Diamante avança com três frentes: minerais críticos, microrreator nuclear e irradiação de alimentos, fortalecendo sua estratégia de diversificação.
  • A mineração fica sob a holding Núcleo Brasil Energia Participações (NBEPar) e ganhou parceria com a Uranium One Group JSC, subsidiária da estatal russa Rosatom, para criar a joint venture Nadina Minerals, voltada a projetos de exploração de minerais estratégicos no Brasil.
  • O grupo já solicitou áreas na Bahia e no Paraná à Agência Nacional de Mineração e iniciou pesquisas; caso a legislação permita, poderá atuar com urânio.
  • No campo tecnológico, participa do desenvolvimento do Microrreator Nuclear Brasileiro, com capacidade de cinco megawatts, em parceria com a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e um consórcio de instituições brasileiras.
  • A terceira frente envolve a irradiação de alimentos, tecnologia utilizada em cerca de sessenta países para ampliar durabilidade e segurança alimentar, com potencial de exportação.

O Grupo Diamante avança na diversificação, mirando o setor nuclear e a exploração de minerais críticos. A estratégia busca atender à crescente demanda global por insumos da transição energética, com foco em três frentes: minerais estratégicos, microrreatores e irradiação de alimentos.

A empresa coordena as ações pela holding NBEPar (Núcleo Brasil Energia Participações). Em parceria recente com a Uranium One Group JSC, subsidiária da Rosatom, forma a Nadina Minerals para exploração de minerais no Brasil.

Mineração e minerais críticos

A Diamante já solicitou áreas à ANM em estados como Bahia e Paraná, iniciando estudos. O objetivo principal é minerais críticos, com eventual exploração de urânio conforme a lei permitir. O foco é ampliar o portfólio de ativos.

Microrreatores nucleares

Em cooperação com a Finep e um consórcio de universidades, a Diamante participa do desenvolvimento do Microrreator Nuclear Brasileiro, com capacidade de 5 MW. O equipamento visa atender sistemas isolados de energia.

Irradiação de alimentos

A terceira linha envolve irradiação de alimentos, técnica adotada em cerca de 60 países para aumentar durabilidade e segurança. O grupo destaca o Brasil como grande produtor de alimentos com potencial exportador.

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