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Autoridades de saúde investigam canetas emagrecedoras manipuladas

Anvisa intensifica fiscalização de canetas emagrecedoras manipuladas após volume excessivo de insumos importados e irregularidades no setor

Caneta injetora médica com rótulo vermelho e tampa azul sendo retirada. Texto visível indica medicamento semaglutida, solução injetável de uso semanal por via subcutânea. Cena mostra detalhe de dispositivo utilizado para aplicação de doses controladas.
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  • A Anvisa vai intensificar a fiscalização de canetas emagrecedoras manipuladas após identificar volume excessivo na importação dos insumos e irregularidades em farmácias e importadoras envolvidas.
  • Em entrevista ao Hora News, Clayton Macedo, diretor da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, aponta crescimento do mercado paralelo de medicações irregulares no Brasil.
  • Segundo ele, as versões manipuladas podem ter origem incerta, conteúdo duvidoso, doses variáveis, possíveis contaminantes e reações alérgicas, comprometendo a segurança.
  • O uso irregular por pessoas não qualificadas ou pelo próprio paciente em casa eleva os riscos à saúde.
  • A Anvisa propõe medidas estratégicas para fortalecer a regulamentação, ampliar o acesso a tratamentos aprovados e combater práticas ilegais no setor farmacêutico.

A Anvisa anunciou que vai reforçar a fiscalização de canetas emagrecedoras manipuladas. A atividade ocorre após identificar volume excessivo de insumos importados e irregularidades graves nas práticas de farmácias e importadoras.

Em entrevista ao Hora News, o diretor da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia destacou um mercado paralelo em crescimento para esse tipo de medicação irregular no Brasil. O alerta envolve processos de importação e manipulação.

Segundo o especialista, há riscos consideráveis com usos indevidos: origem incerta, conteúdo duvidoso, doses variáveis e possível contaminação. Também aponta aplicação incorreta por quem não é profissional, o que eleva o risco à saúde.

Medidas da Anvisa

A agência propõe melhorar regulamentações existentes para ampliar o acesso seguro aos tratamentos aprovados e combater práticas ilegais no setor farmacêutico. O objetivo é reduzir riscos à saúde pública sem restringir tratamentos legais.

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