Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Bolsa de couro de dinossauro pode valer mais de R$ 3,4 milhões

Bolsa única, feita com couro de Tiranossauro rex cultivado em laboratório, será leiloada com lance inicial de 500 mil libras no museu de Amsterdã

Interessados pela bolsa de luxo deverão dar lances a partir de R$ 3,4 milhões
0:00
Carregando...
0:00
  • Bolsa com couro de Tiranossauro rex cultivado em laboratório está em exposição no Museu Art Zoo, em Amsterdã, com lances iniciais a partir de 500 mil libras (cerca de R$ 3,4 milhões).
  • A peça foi criada pela parceria entre VML, The Organoid Company e Lab-Grown Leather, com a marca Enfin Levé responsável pela peça.
  • O projeto utiliza sequências de colágeno de dinossauro fossilizadas, reconstrução de informações genéticas e DNA sintetizado inserido em linhagem celular hospedeira.
  • Segundo os envolvidos, o couro cultivado é durável, reparável, biodegradável e não envolve abate de animais ou desmatamento.
  • A bolsa é única e ficará seis semanas em exposição, após as quais as empresas irão direcionar o couro T-Rex para uso comercial por marcas de luxo.

Dois grupos de pesquisa e uma marca de moda colaboraram para apresentar ao público a primeira bolsa feita com couro cultivado em laboratório a partir de dinossauro. O item, criado a partir de sequências de colágeno de Tiranossauro rex reconstruídas em ambiente controlado, está em exibição no Museu Art Zoo, em Amsterdã, e será leiloado com lance inicial de 500 mil libras, cerca de 3,4 milhões de reais.

A parceria envolve as empresas VML, The Organoid Company e Lab-Grown Leather, com a marca Enfin Levé responsável pela peça. O objetivo declarado do projeto é demonstrar que o couro de luxo pode existir sem o abate de animais, defendendo uma produção baseada em biologia computacional, IA e engenharia de tecidos.

Segundo a agência criativa responsável, o processo combina reconstrução genética com uma linha celular hospedeira para gerar DNA sintetizado de colágeno, que forma o material utilizado na bolsa. A peça é única e ficará em exibição por seis semanas, antes de entrar no mercado de luxo para marcas e designers.

Como foi criado

O couro cultivado em laboratório surge como alternativa ao couro tradicional. As equipes utilizaram dados de fósseis para modelar o colágeno e, com técnicas de biologia computacional, reconstruíram as informações genéticas necessárias. O DNA sintetizado foi inserido em uma linha celular específica para produzir o material final.

A bolsa, produzida pela Française Enfin Levé, integra esse material em um design exclusivo. A exposição no museu funcionará como etapa de demonstração técnica e de validação de interesse do setor de luxo. O leilão deve atrair colecionadores e instituições interessadas em tecnologia biomédica aplicada à moda.

Desdobramentos para o mercado

Após a exhibição, as empresas planejam disponibilizar o couro T-Rex para marcas e designers, visando ampliar o portfólio de itens de alto valor. A iniciativa é apresentada como uma opção sustentável para o segmento de acessórios, sem comprometer a ética ambiental associada à produção de couro.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais