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Método inovador reduz rejeição em transplantes e terapias regenerativas.

Nova técnica identifica proteínas mais propensas a provocar rejeição, com ROI, tornando transplantes e terapias regenerativas mais seguros

Inovação: técnica reduz rejeição em transplantes de órgãos. (Foto: Fala Ciência via Gemini)
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  • Estudo na revista Biomaterials apresenta método que aponta proteínas com maior potencial de ativar o sistema imunológico, usando a Razão de Imunogenicidade (ROI).
  • ROI avalia a quantidade de proteína presente e a intensidade da resposta imune para classificar quais proteínas devem ser removidas com prioridade.
  • A pesquisa mostra que proteínas vindas de mitocôndrias têm maior chance de provocar rejeição, possivelmente pela origem antiga dessas estruturas.
  • A técnica pode reduzir o risco de rejeição, tornar implantes mais compatíveis e melhorar terapias de medicina regenerativa.
  • Pesquisadores já usam o conhecimento para desenvolver tecidos bioengenheirados mais precisos, removendo apenas proteínas que realmente causam problemas.

A rejeição em transplantes e em implantes médicos continua sendo um obstáculo importante para a medicina regenerativa. Uma técnica recém-desenvolvida identifica quais proteínas são mais propensas a ativar o sistema imunológico, potencializando a segurança de tecidos artificiais.

O método, descrito em estudo publicado na Biomaterials, liderado por Nicolau A. Shortreed, permite apontar proteínas com maior risco de provocar rejeição. A finalidade é orientar a construção de biomateriais mais seguros e com maior taxa de sucesso em procedimentos médicos.

A abordagem altera a estratégia tradicional. Em vez de eliminar todas as proteínas, passa a priorizar a remoção daquelas com maior potencial de disparar resposta imune, reduzindo assim a rejeição.

A taxa de imunogenicidade e a ROI

A pesquisa estabelece a Razão de Imunogenicidade (ROI) para classificar proteínas. A ROI combina a quantidade presente e a intensidade da resposta imune. Proteínas de alta ROI devem receber prioridade na remoção.

Proteínas mitocondriais surgem como fator relevante. Dados indicam que proteínas derivadas dessas estruturas elevam o risco de rejeição, possivelmente pela semelhança com elementos bacterianos.

Implicações para pacientes e tratamentos futuros

A técnica pode reduzir o risco de rejeição em transplantes e favorecer implantes compatíveis com o organismo. Também promete aprimorar terapias de medicina regenerativa e a durabilidade de tecidos artificiais.

Pesquisadores já utilizam o conhecimento para desenvolver tecidos bioengenheirados mais avançados, removendo apenas as proteínas problemáticas sem comprometer elementos úteis, segundo o estudo.

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