- Um fóssil de ave pré-histórica encontrado em Minas Gerais ajudou a identificar uma nova espécie, batizada Fossilornis terroris, há cerca de setenta milhões de anos.
- A ave tinha envergadura de cerca de 2,5 metros, altura em torno de 1,2 metro, bico longo curvado e garras afiadas, apontando dieta carnívora.
- A descoberta ocorreu em uma formação geológica da região, onde também foram encontrados outros fósseis de animais pré-históricos.
- Paleontólogos da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais analisaram o fóssil com escaneamento em três dimensões, devido à preservação excepcional.
- O fóssil fica exposto no museu da PUC Minas, e a equipe planeja continuar os estudos para compreender a evolução das aves pré-históricas e a biodiversidade da época.
Um fóssil de uma ave pré-histórica encontrado em Minas Gerais ajudou a identificar uma nova espécie de ave do terror, datada de cerca de 70 milhões de anos. A descoberta foi confirmada por pesquisadores da PUC Minas e batizada de Fossilornis terroris.
A ave tinha envergadura estimada de 2,5 m e altura próxima de 1,2 m. O bico longo, curvado, aliado a garras afiadas aponta para dieta carnívora e postura agressiva, conforme avaliação inicial dos paleontólogos.
O fóssil foi encontrado em uma formação geológica da região, onde já foram registrados demais fósseis de animais pré-históricos. A preservação excepcional permitiu estudo detalhado da anatomia, com uso de escaneamento 3D para confirmar a nova espécie.
Descoberta e análises
A equipe da PUC Minas utilizou técnicas de imagem avançadas para reconstruir a matéria óssea e validar a taxonomia da ave. O resultado amplia o conhecimento sobre a evolução das aves na América do Sul e no Brasil.
Os pesquisadores destacam a importância da peça para compreender a biodiversidade que existia na época dos dinossauros. O Fossilornis terroris permanece sob estudo, com novas evidências sendo buscadas para entender melhor seu papel evolutivo.
Visitação e próximos passos
O fóssil está exposto no museu da PUC Minas, aberto a pesquisadores e ao público interessado em paleontologia. A equipe pretende continuar as análises e ampliar o quadro de evidências sobre as aves pré-históricas da região.
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