- Argentínio Marco Agustín Secchi, de 29 anos, criou o Ironplac, cimento magnético que permite fixar objetos com ímãs sem parafusos ou pregos.
- Em fase de desenvolvimento, o material já mostrou capacidade de sustentar itens como facas, painéis e ferramentas apenas com ímãs.
- Pode ser aplicado em construções a seco ou convencionais, com acabamentos como gesso ou painéis, tornando a parede ativada sem perfurações.
- O produto é apresentado em sacos de 25 kg, não está à venda e passa por testes em ambientes reais; a fórmula está em processo de registro internacional via Tratado de Cooperação em Matéria de Patentes (PCT).
- Dados ambientais indicam que edifícios responderam por 34% do consumo global de energia e 37% das emissões em 2022, enquanto resíduos de construção e demolição chegaram a 600 milhões de toneladas em 2018.
O argentino Marco Agustín Secchi, de 29 anos, criou o Ironplac, um cimento magnético que permite fixar objetos em paredes apenas com ímãs, dispensando parafusos e furos. A iniciativa está em fase de desenvolvimento e já rendeu resultados promissores em testes.
A proposta é transformar paredes comuns em superfícies funcionais, capazes de sustentar itens como quadros, facas, painéis e ferramentas. O objetivo é facilitar organização em casas, escritórios e oficinas, reduzindo a necessidade de furos.
O Ironplac pode ser aplicado em construção seca ou tradicional, com acabamentos em gesso ou painéis, funcionando como uma camada de revestimento que torna a parede “ativa” sem perfurações.
Como funciona
O material não é um ímã ativo nem requer energia. O efeito magnético vem de uma mistura com cargas minerais e partículas ferrosas, que interage com objetos imantados ao contato.
A parede permanece passiva até o momento em que é feito o contato com ímãs. O produto vem em sacos de 25 kg, facilitando a integração aos métodos já usados na construção.
O Ironplac pode ser aplicado como acabamento tradicional, misturado com água e distribuído em camadas finas. Em demonstrações, diferentes itens foram mantidos apenas com ímãs.
Projeto ainda em protótipo
O produto não está à venda e passa por testes em ambientes reais, segundo o criador. A fórmula está em processo de registro internacional via PCT.
Antes de comercializar, serão avaliados durabilidade, resistência ao peso e impacto da umidade. A iniciativa busca reduzir retrabalho e desperdício nas obras.
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