- O IBGE, por meio da PNAD Contínua, aponta que 2025 teve 19,7% de domicílios unipessoais, aumento de 7,5 pontos percentuais desde 2012.
- Mesmo com o crescimento, a maioria continua em formato nuclear (65,6%), enquanto as habitações estendidas caíram para 13,5% e as compostas para 1,1%.
- Entre as unipessoais, 46,8% são adultos de 30 a 59 anos, 41,2% são idosos (60 ou mais) e 12% são jovens de 15 a 29 anos.
- Em domicílios unipessoais, homens lideram em duas das três faixas etárias: jovens (14,8% vs 8,6% de mulheres) e adultos (56,6% vs 34,9% mulheres); entre idosos, mulheres predominam (56,5% vs 28,6% homens).
- Os estados com mais habitações unipessoais em 2025 foram Rio de Janeiro (23,5%), Bahia (22,3%), Rio Grande do Sul (21,9%), Espírito Santo (21,3%) e Goiás (21,1%).
A PNAD Contínua do IBGE aponta crescimento de brasileiros que moram sozinhos. Entre 2012 e 2025, o país avançou 7,5 pontos percentuais nesse formato de domicílio, atingindo 19,7% das habitações em 2025. O levantamento foi divulgado nesta sexta-feira.
Mesmo com o aumento, a maioria ainda vive em lares nucleares. Em 2025, domicílios nucleares representaram 65,6% do total, enquanto estendidos caíram para 13,5% e compostos para 1,1%. As unidades unipessoais seguem em ascensão, porém com intensidade menor.
A distribuição por faixa etária revela padrões distintos. Adultos entre 30 e 59 anos compõem 46,8% das moradias unipessoais, seguidos por idosos (60+) com 41,2% e jovens de 15 a 29 anos com 12%. Homens predominam entre jovens e adultos, mas as mulheres são maioria entre os idosos.
Entre jovens e adultos, há maior presença masculina em domicílios unipessoais: 14,8% versus 8,6% de mulheres entre os jovens, e 56,6% para homens contra 34,9% de mulheres entre os adultos. Entre idosos, porém, mulheres representam 56,5% dos domicílios.
Estados com mais moradias unipessoais em 2025 são Rio de Janeiro (23,5%), Bahia (22,3%), Rio Grande do Sul (21,9%), Espírito Santo (21,3%) e Goiás (21,1%). O perfil regional mostra variação significativa.
Analisando as mudanças por região desde 2012, Norte registrou crescimento de 6%; Nordeste, 18,2 pontos percentuais; Sudeste, 7,8; Sul, 7; Centro-Oeste, 6,7. O estudo detalha como cada região tem evoluído nesse formato de moradia.
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