- o presidente dos EUA, Donald Trump, assinou ordem executiva para acelerar o acesso a psicodélicos, destinando US$ 50 milhões para ampliar testes clínicos de novos medicamentos.
- a medida busca duplicar investimentos em pesquisas para tratar transtornos mentais, incluindo TEPT, com foco em acelerar aprovações.
- a assinatura ocorreu na manhã de sábado, 18 de abril; Trump disse que, se for eficaz, o medicamento deve ser aprovado rapidamente.
- a ibogaína recebeu sinal verde da FDA para pedidos de licença como novo fármaco, com apoio de figuras da administração e de organizações ligadas ao tema.
- não fica claro se MDMA e psilocibina também serão acelerados; há expectativa de avanço com o fim de testes de psilocibina da Compass Pathways, que pode abrir caminho para aprovação.
O presidente dos Estados Unidos assinou uma ordem executiva para acelerar o acesso a terapias com psicodélicos e destinou 50 milhões de dólares para financiar pesquisas clínicas. A medida pretende ampliar os testes de novos medicamentos para transtornos mentais, incluindo TEPT, com foco na aprovação mais rápida de tratamentos eficaz.
A assinatura ocorreu no Salão Oval, em Washington, durante uma cerimônia de divulgação oficial. A Casa Branca enfatizou que o objetivo é reduzir o tempo de desenvolvimento e facilitar a entrada de opções terapêuticas para pacientes, especialmente veteranos militares.
Trump indicou que, se os resultados forem positivos, os procedimentos de aprovação devem ser acelerados. A fala refletiu a expectativa de ampliar a disponibilidade de tratamentos que apresentem benefício real aos pacientes, conforme a administração norte-americana.
Contexto e objetivos da ordem
A ordem estabelece um trâmite mais ágil entre agências regulatórias e institutos de pesquisa, com contrapartida federal para ampliar financiamentos. O foco inicial é ampliar pesquisas sobre psicodélicos como possível tratamento para TEPT e outros transtornos mentais.
A iniciativa envolve figuras de destaque na área, incluindo representantes da saúde e da regulação de fármacos, que defendem a avaliação rigorosa das substâncias em ambientes clínicos controlados. A medida também foi acompanhada por debates sobre possíveis usos de substâncias como ibogaína.
Repercussões e próximos passos
Analistas ponderam que a expansão de pesquisas pode influenciar regulações futuras e abrir caminho para novas terapias. A avaliação depende de dados de ensaios clínicos, aprovação da FDA e monitoramento de riscos associados.
Fontes próximas ao governo apontam que a iniciativa visa atender demandas de pacientes com doenças mentais graves, incluindo veterans, sem desconsiderar normas de segurança. A expectativa é de que licenças e autorizações avancem conforme a evidência clínica.
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