- Aranha-marrom: pequena (4 cm), vive em cascas de árvores e folhas secas; a picada pode provocar necrose, febre, inchaço e problemas nos rins.
- Aranha-armadeira: patas grandes (até 15 cm) e corpo de quase 5 cm; o veneno provoca dor intensa e pode levar à impotência sexual definitiva.
- Viúva-negra: fêmea pode matar o macho após a cópula; na maioria das picadas há pouco veneno, mas casos graves podem causar taquicardia, hipertensão, impotência, náusea e problemas urinários.
- Escorpião-amarelo: toxina muito forte; mede cerca de 7 cm; pode causar danos ao sistema nervoso, dor, bolhas, tosse, vômito e falta de ar.
- Cobra-Coral Verdadeira: a mais venenosa do Brasil; toxina ataca o sistema nervoso e requer atendimento rápido com soro antielapídico.
O Brasil abriga diversas espécies venenosas de aranhas, serpentes e escorpiões cuja atuação pode apresentar riscos graves em curto espaço de tempo. O tema é relevante para prevenção, cuidado em áreas urbanas e rurais e urgência no atendimento médico.
O texto reúne informações sobre espécies comuns no território e seus efeitos, com dados de circulação pela fauna regional. A dosagem de veneno, a gravidade dos sintomas e a necessidade de socorro rápido são enfatizadas para orientar a população.
Espécies de maior risco
Aranhas
- Aranha-marrom: mede cerca de 4 cm, vive em cascas e folhas secas; picada pode provocar necrose, febre, inchaço e problemas renais.
- Aranha-armadeira: presente no Brasil, Paraguai, Argentina e Uruguai; patas grandes, veneno causa dor intensa e pode acarretar impotência sexual.
- Viúva-negra: fêmea pode matar o macho; muitas picadas geram apenas dor, mas casos graves podem evoluir para taquicardia, hipertensão e náusea.
Escorpiões
- Escorpião-marrom: aproximadamente 6 cm, tóxico; costuma aproveitar ambientes rurais, escondido em madeira e entulho.
- Escorpião-amarelo: veneno mais potente que o do marrom; mede cerca de 7 cm e pode provocar dor, falta de ar, vômitos e bolhas na pele.
Cobras
- Cobra-Coral Verdadeira: a mais venenosa entre as do Brasil; ataque recente a uma criança em Santa Catarina exige resposta rápida com soro antielapídico.
- Surucucu pico-de-jaca: até 3 m de comprimento; manchas em losango; veneno causa hemorragias.
- Cascavel: possui chocalho na cauda; veneno afeta o sistema circulatório.
- Jararaca-de-Alcatrazes: cerca de 50 cm; veneno muito forte, pode provocar paralisia nervosa.
- Jararaca-Ilhoa: veneno extremamente tóxico; afeta mais aves que mamíferos; associada à Ilha da Queimada Grande, no litoral de SP.
- Jararaca-Cruzeira: até 1,15 m; veneno causa dor aguda, vômitos e desmaios.
- Jararacuçu: pode chegar a 2,2 m; veneno pode provocar insuficiência circulatória, hemorragia e falência renal.
- Caiçara: uma das cobras mais agressivas; bote rápido e veneno que pode destruir tecido muscular.
- Cotiara: agressiva; veneno provoca necrose no local da picada.
Observação
- Em caso de suspeita de picada, procure atendimento médico imediato. As informações acima visam orientar e não substituem orientação profissional. As autoridades de saúde estadual e municipal costumam disponibilizar fluxos de atendimento de acordo com a gravidade dos sintomas.
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