- Uma semana após retornar da órbita lunar na missão Artemis II, a astronauta Christina Koch divulgou um vídeo mostrando os efeitos da microgravidade no corpo.
- O registro evidencia dificuldades de movimentos simples, como caminhar com os olhos fechados, ao tentar manter o equilíbrio.
- Koch afirma que, em microgravidade, os sistemas de orientação do corpo não funcionam como na Terra e o cérebro passa a depender menos desses sinais durante a readaptação.
- Ela destaca que a readaptação à gravidade pode ser desafiadora e que a visão passa a ter maior importância na orientação após o retorno.
- Sete dias após a aterrissagem, os quatro integrantes da missão já apresentam sinais de adaptação, mas ainda enfrentam limitações e esperam tempo adicional antes de atividades como o surfe.
Após retornar da missão Artemis II, Christina Koch divulgou um vídeo em que mostra os efeitos da microgravidade no corpo humano após a aterrissagem. A gravação, publicada nas redes sociais, registra o período de readaptação da astronauta à gravidade terrestre.
No vídeo, Koch tenta caminhar em linha reta com os olhos fechados, sinalizando dificuldades de equilíbrio. A imagem evidencia que a orientação motora, preparada para o espaço, é desafiada pela volta à Terra.
A astronauta explica que, na microgravidade, os sistemas de percepção do movimento deixam de funcionar como na Terra e o cérebro passa a desconsiderar sinais, tornando a readaptação mais complexa. Ela cita a dependência maior da visão nesse processo.
Adaptação entre a tripulação
Sete dias após a aterrissagem, os quatro integrantes da Artemis II já mostram sinais de adaptação, mas ainda enfrentam limitações. Koch afirma, de modo informal, que levará mais tempo para retomar atividades como o surfe.
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