- Na China, a robótica está em destaque, com robôs quadrúpedes ganhando espaço como principal motor do setor, apoiados pelo governo e por uma cadeia de suprimentos doméstica.
- Embora haja interesse em robôs humanoides, os quadrúpedes aparecem como opção mais lucrativa para o mercado atual.
- A AgiBot criou a filial AgiQuad, dedicada exclusivamente a modelos quadrúpedes, separando negócios entre tipos de robôs.
- A AgiQuad projeta receita de 500 milhões de yuans este ano, com crescimento até 10 bilhões de yuans até 2030 e envio de até 300 mil unidades por ano.
- A empresa afirma já ter tudo vendido e continua produzindo, destacando a vantagem competitiva da China nesse setor.
O desenvolvimento da robótica na China corta a cena com foco nos modelos quadrúpedes, não apenas nos humanoides. O país combina produção local de componentes, apoio governamental e aplicações práticas para acelerar o setor. O panorama atual mostra robôs quadrúpedes ganhando espaço em fábricas, lojas e museus.
Segundo a reportagem do SCMP, startups de robótica moldam o mercado ao privilegiar modelos quadrúpedes pela relação custo-eficiência. A AgiBot criou a filial AgiQuad, dedicada exclusivamente a esse tipo de robô, para ampliar o portfólio sem misturar marcas.
Expansão da AgiQuad
A justificativa da empresa é clara: quadrúpedes devem impulsionar o negócio de robótica, evitando que o cão robô humanoide fique na sombra. Assim, cada ramo opera um tipo distinto de robô, sob marcas separadas.
A projeção da AgiQuad é atingir 500 milhões de yuans neste ano (cerca de 73 milhões de dólares) e alcançar até 10 bilhões de yuans até 2030. A meta é enviar até 300 mil unidades anualmente, conforme a companhia.
A AgiQuad afirma já ter clientes comprando os modelos e mantém produção contínua, com estoque reportado como vendido. O movimento ocorre em um momento em que a China se destaca pela cadeia de suprimentos interna para robótica.
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