- Gato-do-mato-pequeno, o menor felino selvagem do Brasil, foi registrado na zona sul de Porto Alegre (RS); as imagens são do projeto Felinos do Pampa e do Museu de Ciências Naturais.
- A espécie mede de 36 a 54 centímetros e pesa entre 1 e 3 quilos, sendo um pouco maior que um gato doméstico; há no máximo 7.000 exemplares no mundo, com a maior parte no Sul e Sudeste do Brasil.
- Apesar de não constar na lista de animais em extinção, o gato-do-mato-pequeno é classificado como vulnerável pela União Internacional para a Conservação da Natureza, com risco ampliado pela perda e fragmentação de habitat.
- De acordo com o Comando Ambiental da Brigada Militar, cerca de quatrocentos animais silvestres foram resgatados em Porto Alegre em 2025, e outros 145 neste ano, muitos fugindo de áreas de construção que invadem seu habitat.
- Os resgatados costumam ser levados ao núcleo de recuperação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul para tratamento médico-veterinário, com o objetivo de reinserção na natureza após a recuperação.
O gato-do-mato-pequeno, menor felino selvagem do Brasil, foi registrado na zona sul de Porto Alegre (RS). As imagens, captadas pelo projeto Felinos do Pampa e pelo Museu de Ciências Naturais, mostram o animal olhando para a câmera.
O felino, pouco maior que um gato doméstico, mede entre 36 e 54 cm e pesa entre 1 e 3 kg. A espécie é classificada como vulnerável pela IUCN, com cerca de 7.000 indivíduos estimados no mundo, a maior parte no Sul e Sudeste do Brasil.
Ameaças ambientais, como perda e fragmentação de habitats, colocam a espécie em risco. A IUCN não inclui o gato-do-mato-pequeno na lista de extinção, mas aponta vulnerabilidade. A conservação depende de proteção de áreas naturais.
Resgates e recuperação em Porto Alegre
Segundo o Comando Ambiental da Brigada Militar, cerca de 400 animais silvestres foram resgatados na cidade em 2025, e 145 neste ano. Muitos acabam desorientados ao fugirem de áreas em construção.
Os animais resgatados são encaminhados ao núcleo de recuperação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Lá recebem avaliação médica e veterinária com foco na reabilitação para eventual reintrodução na natureza.
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