- Durante a 22ª edição da SP-Arte, a coleção In.verso, da Suite, foi apresentada e utiliza plástico reciclado triturado combinado a fragmentos de pedra natural de descartes.
- A linha reúne 15 peças únicas, entre cadeiras, mesas, luminárias e espelhos, com o objetivo de unir sustentabilidade a alto padrão.
- O processo envolveu estudos de pigmentação com açafrão, pimenta e argila, que alteram cor, textura e porosidade das superfícies, gerando a sensação de plástico ou pedra.
- O desenvolvimento exigiu engenharia para sustentar peças que chegam a mais de cinquenta quilos, mantendo continuidade entre materiais com densidades distintas.
- Os arquitetos Carolina Mauro, Daniela Frugiuele, Filipe Troncon e Luiza Monari destacam que o plástico é repensado como elemento de reflexão sobre consumo consciente, provando que sustentabilidade e elegância podem coexistir.
A 22ª SP-Arte abriu caminho para a coleção In.verso, da Suite, feita com plástico reciclado triturado e fragmentos de pedra natural de descartes. São 15 peças únicas, entre cadeiras, mesas, luminárias e espelhos, que exploram o contraste entre os materiais.
Sob a coordenação dos arquitetos Carolina Mauro, Daniela Frugiuele, Filipe Troncon e Luiza Monari, o projeto busca unir sustentabilidade e alto padrão. A ideia nasceu da necessidade de incorporar o conceito de forma mais concreta no segmento.
O lançamento ocorreu durante a SP-Arte, em São Paulo, com o processo alimentado por testes de pigmentação e mistura de materiais. O objetivo foi transformar resíduos em matéria de alto desempenho estético e tátil.
Processo criativo
O estudo de pigmentos é central: açafrão, pimenta e argilas distintas mudam cor, textura e porosidade das superfícies. Ao longo do desenvolvimento, surgiram peças que questionam se o resultado é plástico ou pedra.
O resultado final manteve coerência entre artigos com densidades diferentes. A engenharia desenvolvida sustenta itens que chegam a mais de cinquenta quilos sem perder unidade visual entre eles.
Significado e impacto
A coleção In.verso reposiciona o plástico como tema de reflexão sobre consumo e qualidade. Os arquitetos destacam que é possível conciliar sustentabilidade e elegância, ampliando o potencial expressivo dos materiais usados.
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