- O Brasil deve enfrentar onda de calor até o dia 26 de abril, com temperaturas acima da média em várias regiões durante o feriado de Tiradentes.
- Regiões mais atingidas: Mato Grosso do Sul, Goiás, Mato Grosso, interior de São Paulo, Triângulo Mineiro e noroeste do Paraná; Campo Grande é a capital mais exposta.
- Em alguns dias, a umidade relativa do ar pode ficar abaixo de 30%, principalmente onde a chuva será escassa.
- Cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Curitiba terão tardes quentes até 26 de abril, mas sem caracterizar onda de calor prolongada.
- Há risco de calor permanecer até o fim de abril, com áreas afetadas variando; o fenômeno não está relacionado ao El Niño, que ainda está se desenvolvendo.
O Brasil deve enfrentar uma nova onda de calor durante o feriado de Tiradentes, com temperaturas acima da média em várias regiões. A previsão aponta que o período de calor intenso vá até 26 de abril, com maior impacto no Sudeste e no Centro-Oeste.
Segundo a Climatempo, a combinação de calor e tempo seco deve reduzir a umidade relativa do ar, às vezes abaixo de 30%. Riscos incluem desconforto térmico e maior sensação de calor em ambientes sem sombra ou ventilação.
Regiões mais afetadas
A onda de calor deve se concentrar em Mato Grosso do Sul, Goiás, Mato Grosso, interior de São Paulo, Triângulo Mineiro e noroeste do Paraná. Nessas áreas, as temperaturas podem ficar pelo menos 5°C acima da média para abril, com Campo Grande como única capital dentro da faixa crítica.
Casos marginalmente afetados
Mesmo fora da zona crítica, cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Curitiba devem ter tardes quentes até o domingo, 26, sem caracterizar uma onda de calor prolongada. Outras regiões devem registrar calor intenso, ainda que abaixo dos critérios técnicos.
Impacto e duração
Partes de Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso, Paraná, Tocantins e Bahia podem sentir temperaturas elevadas ao longo da semana. Capitais Cuiabá, Goiânia e Brasília aparecem entre as onde as máximas devem ficar mais altas.
Observações finais
Há chance de persistência do calor até o fim de abril, com possível ampliação ou redução das áreas afetadas. O fenômeno não está relacionado ao El Niño, que ainda está em desenvolvimento e deve se consolidar apenas no início do inverno.
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