- O projeto Arqueologia e História Indígena no Brasil Central (Phibra), da Universidade de Brasília (UnB), investiga sítios arqueológicos no Distrito Federal e no Entorno.
- A pesquisa busca comprovar ocupação humana da região há milhares de anos e combater a narrativa de território vazio.
- A equipe utiliza análises genéticas, geoquímicas e estudo de solo, além de registrar pinturas rupestres.
- Os trabalhos ajudam a entender padrões temporais, como possíveis calendários solares.
- O Phibra também conecta estudantes ao campo de estudo, fortalecendo a formação e a produção científica.
Um projeto de arqueologia da Universidade de Brasília investiga sítios no Distrito Federal e no Entorno, revelando a presença de povos indígenas na região há milhares de anos. O trabalho busca documentar ocupações anteriores à chegada de Brasília.
Liderado por Luis Cayón, do Departamento de Antropologia, o Phibra coordena visitas, levantamentos e análises com apoio do Fundo de Apoio à Pesquisa do DF. A iniciativa questiona a ideia de território vazio na narrativa histórica oficial.
A equipe utiliza análises genéticas, geoquímicas e de solo, além do registro de pinturas rupestres. Esses materiais ajudam a entender padrões temporais e a estabelecer possíveis calendários solares.
Metodologia e objetivos
As investigações combinam campo e laboratório para comprovar ocupação humana antiga na região. O estudo também visa ampliar a visibilidade da história indígena local entre estudantes e pesquisadores.
O projeto enfatiza a formação de estudantes e o vínculo com a produção científica. O caráter formativo fortalece o ensino de arqueologia no campus e no entorno.
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