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Projeto piloto do Ministério da Saúde oferece insulina de ação prolongada no SUS

Projeto piloto do Ministério da Saúde oferece insulina glargina de ação prolongada no SUS, com meta de cinquenta mil diabéticos; já atende mais de quinhentos no Paraná

Projeto piloto do Ministério da Saúde passa a oferecer tipo de insulina de ação prolongada no SUS
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  • Projeto piloto do Ministério da Saúde passa a oferecer insulina glargina de ação prolongada no SUS.
  • Na rede privada, a insulina gluargina é utilizada desde os anos 2000; custo médio de R$ 250 para dois meses.
  • No SUS, ainda é usada a insulina humana NPH de ação intermediária.
  • No Paraná, mais de 500 pacientes já recebem a nova insulina, que também chega ao Amapá, Paraíba e Distrito Federal.
  • Meta da fase inicial é atingir cinquenta mil diabéticos; a glargina pode ser receitada a crianças e adolescentes até 17 anos com diabetes tipo 1 e a idosos com 80 anos ou mais com diabetes tipo 1 ou 2.

O Ministério da Saúde iniciou um projeto piloto que passa a oferecer insulina de ação prolongada no SUS. A insulina glargina, já utilizada na rede privada, substituirá a insulina humana NPH de ação intermediária em parte do sistema público.

A glargina é comumente empregada no tratamento de diabetes há décadas. No SUS, a prática atual utiliza a insulina NPH, com custos médios estimados em torno de R$ 250 para dois meses de aplicação.

No Paraná, mais de 500 pacientes já recebem a nova insulina dentro do piloto. O projeto também ocorre no Amapá, na Paraíba e no Distrito Federal.

A meta para esta primeira fase é alcançar 50 mil diabéticos. A glargina pode ser receitada para crianças e adolescentes de até 17 anos com diabetes tipo 1, bem como para idosos com 80 anos ou mais com diabetes tipo 1 ou 2.

Onde acontece o piloto

O programa é desenvolvido por unidades de saúde estaduais e federais nos estados mencionados, com acompanhamento técnico do Ministério da Saúde e de equipes de diabetes.

Quem está envolvido

Profissionais de saúde do SUS, pacientes participantes do piloto e gestores regionais participam do monitoramento e da avaliação dos impactos clínicos e financeiros.

Por que é relevante

A substituição por insulina de ação prolongada pode impactar o controle glicêmico e a adesão ao tratamento, conforme dados de acompanhamento médico.

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