- A Anvisa atualizou os limites máximos de curcumina, o princípio ativo da cúrcuma, em suplementos alimentares, para aumentar a segurança do consumo.
- A mudança reduz a quantidade permitida de curcumina em produtos vendidos no Brasil, respaldada por estudos que apontam riscos em doses elevadas, incluindo danos ao fígado.
- A curcumina é usada por suas propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes, mas o uso excessivo pode causar irritação gastrointestinal, alergias e, em casos graves, danos hepáticos.
- A Anvisa recomenda verificar a composição dos suplementos, seguir as orientações dos fabricantes e consultar um profissional de saúde antes de iniciar o uso, especialmente em doses altas ou por períodos prolongados.
- A regra entra em vigor imediatamente e os fabricantes devem observar os novos limites na formulação dos produtos; informações adicionais estão no site oficial da Anvisa.
A Anvisa atualizou os limites máximos de curcumina, o principal ingrediente ativo da cúrcuma, em suplementos alimentares. A medida busca reduzir riscos à saúde, principalmente ao fígado, em doses elevadas. A mudança entrou em vigor imediatamente.
Segundo a agência, os novos parâmetros estabelecem valores menores de curcumina permitidos em produtos comercializados no Brasil. Estudos indicaram possíveis efeitos adversos em altas dosagens, incluindo danos hepáticos.
A cúrcuma é amplamente usada como suplemento por suas propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes. O uso sem orientação pode provocar irritação gastrointestinal, alergias e, em casos graves, danos ao fígado.
A Anvisa orienta consumidores a verificar a composição dos suplementos e seguir as orientações dos fabricantes. Também recomenda consultar um profissional de saúde antes de iniciar o uso, especialmente por períodos longos ou em altas doses.
A mudança afeta fabricantes, que devem adaptar a formulação de seus produtos de forma imediata. A medida visa proteger a saúde do consumidor e elevar a qualidade dos suplementos disponíveis no mercado brasileiro.
Para mais informações, consulte o site oficial da Anvisa ou procure um profissional de saúde qualificado.
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