Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Google investe US$32 bi em IA para agentes cibernéticos na corrida de segurança

Google lança defesa cibernética com agentes de IA após aquisição de Wiz por $32bn, mirando detecção, caça e mitigação em velocidade de máquina

Motion graphic of flying into digital technologic tunnel. 3D render. Abstract digital background. Data flow information. Technology tunnel
0:00
Carregando...
0:00
  • Google apresenta portfolio de defesa cibernética movido por IA, com agentes que atuam em detecção, operações de segurança e mitigação proativa, usando Gemini AI.
  • A aquisição da Wiz, por 32 bilhões de dólares em dinheiro, amplia a estratégia de defesa cibernética da Alphabet, conectando-se a múltiplas nuvens e ambientes de código.
  • O conjunto de agentes de Wiz inclui Red, Blue e Green Agents para identificar vulnerabilidades, investigar incidentes e gerar correções direcionadas a cada rede, com integração a plataformas como Databricks, AWS, Azure e Salesforce.
  • O Google Cloud Fraud Defense, evolução do reCAPTCHA, passa a ajudar a distinguir entre humano, bot e agente, fortalecendo a proteção de interações digitais.
  • Casos de clientes destacam ganhos como redução de exposição externa na Colgate-Palmolive e aumento de eficiência na Deloitte, com melhorias em detecção de ameaças e geração de regras em minutos.

Google apresentou hoje, durante o Google Cloud Next 2026, um portfólio de defesa com agentes de IA. A proposta combina inteligência de threat intel, operações de segurança e mitigação proativa, alavancando a IA para velocidade de resposta.

A empresa destacou o uso do Gemini AI para mapear a superfície externa e gerar perfis organizacionais com alta precisão. Além disso, lançou um agente de busca de ameaças que usa conhecimento de threat intelligence para identificar padrões adversos.

Outro ingrediente é o agente de detecção, capaz de criar regras de detecção persistentes automaticamente. A meta é acelerar a resposta e reduzir dependência de decisões manuais em ambientes complexos.

A operação envolve a aquisição da Wiz, anunciada no ano passado, com investimento de 32 bilhões de dólares. A Oracle afirma que a Wiz fortalece a proteção de nuvens e ambientes de código, conectando várias plataformas.

Portfólio e implementação

O trio Red, Blue e Green compõe a estratégia da Wiz para defesa ativa. O Red busca vulnerabilidades, o Blue analisa evidências de incidentes e o Green constrói soluções rápidas. Juntos, formam uma triagem de incidentes em tempo real.

A Wiz também disponibiliza proteção multivendor, cobrindo Databricks, Azure Copilot Studio, AWS Agentcore e outras plataformas. A integração amplia a visão de superfície de ataque.

Em testes com clientes, a Wiz relatou reduções de exposição externa em projetos de defesa. Entre os casos citados estão Colgate-Palmolive, Deloitte e Shell, com ganhos de eficiência e detecção mais rápida.

Contexto da corrida

Analistas apontam que ataques digitais operam em velocidades superiores às humanas. A adoção de IA por defensores busca igualar o ritmo, com automação de detecção e correção. A tendência aponta para uma corrida entre defensores e ofensores.

Especialistas ressaltam que o uso de IA para defesa não elimina a necessidade de supervisão humana, mas busca ampliar o alcance e a velocidade de resposta. Ainda não há consenso sobre impactos de longo prazo.

Observações finais

A aposta da Google sinaliza que grandes empresas tratam IA como componente central de cibersegurança. O mercado observa a evolução de soluções que combinam threat intel, detecção e correção automática. Dados de clientes ajudam a ilustrar ganhos práticos.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais