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Moto elétrica de 1960 para crateras lunares inspira novos veículos espaciais

Moto elétrica de 1960, criada pela NASA, inspira os veículos Artemis de 2026 para mobilidade ágil em crateras lunares

Protótipo de moto elétrica da NASA de 1960 serve de base para missões lunares
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  • A NASA desenvolveu, na década de sessenta, uma moto elétrica dobrável para uso como contingência de mobilidade em solo lunar, caso o jipe não funcionasse.
  • O protótipo tenía motor elétrico alimentado por baterias prata-zinco e era leve o bastante para ser operado por um astronauta sem ajuda.
  • Diagramas originais foram resgatados para inspirar veículos leves nas missões Artemis, com foco na exploração de crateras polares e na coleta de amostras.
  • Para 2026, a versão Artemis prevê motor axial de cinco hp, peso de 32 kg e autonomia de quarenta quilômetros a oitenta quilômetros.
  • A NASA ressalta que veículos dobráveis reduzem o volume de carga, facilitando o transporte e o uso de energia solar nas bases da Lua.

A NASA resgata um projeto de 1960 para dar mobilidade a astronautas na Lua. A moto elétrica dobrável, criada para as missões Apollo, volta como base tecnológica para os próximos testes de exploração em 2026. O objetivo é manter a mobilidade dos astronautas em solo lunar sem depender de veículos pesados.

A origem do protótipo vem dos anos 1960, quando engenheiros buscavam uma opção de transporte individual que ocupasse pouco espaço dentro do módulo de pouso. O ciclomotor utilizava baterias de prata-zinco para enfrentar o vácuo lunar e permitir operação por uma pessoa.

Aplicação na missão Artemis

Diagramas originais foram resgatados para orientar o desenvolvimento de veículos leves para crateras polares. A ideia é facilitar o acesso a terrenos desafiadores, onde jipes pesados têm tração limitada, acelerando a coleta de amostras científicas.

A nova versão mantém o conceito de design simples e compacto, com melhorias modernas. Entre elas estão baterias de estado sólido, pneus com absorção de impactos, navegação autônoma integrada ao capacete e chassi de fibra de carbono.

Capacidades técnicas

O protótipo de 1960 operava com velocidade adequada à gravidade lunar e autonomia suficiente para deslocamentos curtos ao redor do módulo. A versão Artemis 2026 promete maior alcance e potência, mantendo a mobilidade em solo.

Ajustes técnicos incluem motor mais eficiente, peso reduzido, maior autonomia e sistemas de proteção para o regolito. O objetivo é ampliar operações científicas sem comprometer a segurança dos astronautas.

Impacto estratégico

Veículos elétricos dobráveis reduzem o volume de carga necessário nos foguetes, facilitando o envio de mais equipamentos. A eletricidade, viável com painéis solares, sustenta uma frota de duas rodas de forma mais estável que combustíveis químicos.

A fusão entre design histórico e inteligência artificial eleva o patamar de mobilidade lunar. Projetos antigos, reinterpretados, continuam orientando as escolhas tecnológicas para missões futuras.

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