- Plataforma IndraMind, apresentada no LAAD Security 2026 em São Paulo, integra cibersegurança, ciberdefesa e inteligência artificial para proteger infraestruturas críticas.
- A IndraMind funciona como um “cérebro cognitivo” que integra dados e capacidades de integração e orquestração para antecipar cenários, apoiar decisões e responder rapidamente.
- A arquitetura é modular e de camadas abertas, interoperável, conectando sistemas físicos, OT e IT para gestão integrada da segurança e da operação industrial.
- Dados da ABES apontam trezentos e quinze bilhões de tentativas de ataque em 2025 no Brasil, com oitenta e quatro por cento concentradas na América Latina, afetando infraestruturas críticas.
- A solução busca melhorar a coordenação entre governos, proteção civil, forças de segurança e equipes de intervenção, aumentando a agilidade nas decisões em cenários críticos.
Uma plataforma de IA para cibersegurança e ciberdefesa foi apresentada no Brasil. O objetivo é ampliar a proteção de infraestruturas críticas, segurança pública e cidadãos, por meio de automação de operações. O projeto integra IA avançada e ciberresiliência.
A iniciativa reúne capacidades de cibersegurança e ciberdefesa do Indra Group. Ela busca transformar grandes volumes de dados em decisões rápidas e ações precisas, com foco na resposta a ataques digitais em larga escala. A apresentação ocorreu na LAAD Security 2026.
IndraMind: o conceito e o conceito de operação
A unidade IndraMind atua como elo entre sistemas, com arquitetura de camadas abertas e modular. Assim, oferece interoperabilidade entre ambientes e evolução conforme novas tecnologias. O objetivo é suportar decisões estratégicas com autonomia.
Segundo Guilherme Solleiro, CEO do Indra Group no Brasil, o IndraMind funciona como um cérebro cognitivo. A plataforma integra dados, IA e capacidades de integração para antecipar cenários e responder com agilidade a ameaças.
Apoio estratégico para infraestruturas críticas
A IndraMind fortalece a proteção de infraestruturas digitais, que conectam OT e IT e estão expostas a ameaças híbridas. O sistema visa evitar impactos em cascata e manter operações críticas em funcionamento.
Dados da ABES apontam alto volume de tentativas de ataques em 2025, com 315 bilhões de tentativas no Brasil e 84% das investidas na região. Setores financeiro, saúde, telecom e órgãos governamentais foram os mais atingidos.
Capacidades de atuação civil e militar
Sistemas e agentes como drones autônomos exigem coordenação em tempo real. A IndraMind facilita a tomada de decisão e a automação operacional, processando dados em tempo real para antecipar ameaças.
A plataforma facilita a coordenação entre administrações, proteção civil, forças de segurança e equipes de intervenção. A visão comum reduzFragmentação de informações e aumenta a agilidade decisória em cenários críticos.
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