- A Vale usa IA, imagens de satélite, radares, drones e sensores para monitorar barragens 24 horas por dia.
- Radares de movimentação conseguem identificar deslocamentos milimétricos nas estruturas.
- Piezômetros medem a pressão da água dentro das barragens para avaliar a estabilidade.
- Drones auxiliam na inspeção visual de áreas de difícil acesso, com coleta de dados mais precisa, em centro de monitoramento geotécnico.
- A Vale afirma ter investido mais de US$ 5 bilhões na descaracterização de barragens.
A Vale ampliou o monitoramento de barragens no Brasil por meio de tecnologias de ponta. Radares de movimentação, satélites, drones e inteligência artificial são usados para acompanhar as estruturas 24 horas por dia, identificando alterações rápidas.
Quem conduz o sistema envolve a própria Vale e equipes especializadas sob um centro de monitoramento geotécnico. O centro funciona como sala de controle, com dados em tempo real para decisões rápidas.
A explicação foi dada pelo vice-presidente executivo técnico da Vale, Rafael Bittar, durante a entrevista no programa Mapa da Mina, da CNN Money. O conteúdo destacou o uso integrado das tecnologias.
O objetivo é detectar deslocamentos milimétricos nas barragens e medir a pressão da água, por meio de sensores como piezômetros. Assim, a empresa busca observar a estabilidade estrutural e prevenir riscos.
Tecnologias e funcionamento
Drones realizam inspeções visuais em áreas de difícil acesso, elevando a precisão da coleta de dados. O monitoramento contínuo permite reações rápidas caso haja anomalia estrutural ou alteração no comportamento da barragem.
Investimento e qualificação
A Vale informou investimentos na descaracterização de barragens, com valores superiores a US$ 5 bilhões destinados a essas atividades. Além disso, há foco na qualificação de profissionais para operar as tecnologias utilizadas.
Entre na conversa da comunidade