- Dourados, em Mato Grosso do Sul, concentra quarenta e dois por cento das mortes por chikungunya registradas no Brasil em dois mil e vinte e seis.
- Das oito mortes na cidade, sete eram indígenas. Dois bebês indígenas, de um e três meses, estão entre as vítimas.
- O prefeito decretou situação de calamidade em saúde pública no município no dia vinte de abril e a prefeitura criou o COE (Centro de Operações de Emergência) em Saúde Pública.
- Em Dourados há quatro mil novecentos e cinquenta nove casos prováveis de chikungunya, com dois mil cento e quatro confirmações; o coeficiente de incidência é de duzentos e três vírgula sete por cem mil habitantes.
- Em todo o país, até dezenove de abril foram registrados trinta e um mil setecentos e nove casos prováveis, com dezoito mil e sessenta e seis confirmados e dezenove mortes; quarenta e um pacientes permanecem internados em Dourados.
Dourados, em Mato Grosso do Sul, concentra 42% das mortes por chikungunya registradas no Brasil em 2026. Até 17 de abril, a cidade somou 8 óbitos entre 19 no país. Entre as vítimas, sete eram indígenas, incluindo dois bebês de 1 e 3 meses de idade. O município viveu um agravamento da arbovirose.
A prefeitura informou que Dourados computa 4.959 casos prováveis e 2.204 confirmações de chikungunya, com coeficiente de incidência de 2.037,6 por 100 mil habitantes. O município declarou epidemia segundo a OMS e o Ministério da Saúde.
Em 20 de abril, o prefeito Marçal Filho decretou situação de calamidade em saúde pública para ampliar ações de resposta. O COE em Saúde Pública foi criado para coordenar as medidas, diante da sobrecarga da rede e de 41 pacientes internados.
Medidas de enfrentamento e cenário regional
No estado, o painel aponta 7.587 casos prováveis; 3.376 foram confirmados no período. Nacionalmente, até 17 de abril foram 31.909 casos prováveis, com 19 mortes. Goiás, Minas Gerais e São Paulo aparecem entre os estados com números expressivos.
Entre na conversa da comunidade