- Revisão publicada na Revista Brasileira Multidisciplinar, em 2024, conduzida por Larissa Soares, analisou ensaios clínicos sobre terapias naturais no tratamento da ansiedade.
- Foram incluídas trinta pesquisas clínicas, com ensaios randomizados ou quase randomizados, avaliando eficácia, produtos usados, faixas etárias e possíveis efeitos adversos.
- A fitoterapia destacou-se, presente em mais de noventa por cento dos estudos, com compostos como passiflora incarnata, camomila, ginkgo biloba, ashwagandha, centella asiática e kava.
- Aproximadamente oitenta e três por cento dos estudos mostraram efeitos positivos no controle da ansiedade, embora haja variação conforme organismo e forma de uso, além de possíveis efeitos colaterais leves.
- Formas de consumo mais comuns incluem cápsulas, pastilhas e soluções líquidas, e a orientação profissional é essencial, especialmente em casos mais severos ou quando há uso conjunto com outros tratamentos.
A revisão científica publicada na Revista Brasileira Multidisciplinar em 2024, conduzida por Larissa Soares, afirma que terapias naturais podem reduzir sintomas de ansiedade. O estudo analisa tratamentos naturais e terapias complementares como alternativas aos medicamentos tradicionais. Os resultados apontam benefício potencial com menos efeitos colaterais.
Entre os objetivos, a revisão reuniu 30 pesquisas clínicas, incluindo ensaios randomizados e quase-randomizados. A análise avaliou eficácia clínica, tipos de produtos, faixa etária dos participantes e possíveis efeitos adversos, com foco em adultos e idosos.
A fitoterapia aparece como componente central, presente em mais de 90% dos estudos. Compostos investigados incluem Passiflora incarnata, camomila, Ginkgo biloba, ashwagandha, Centella asiática e kava. Essas substâncias são associadas a relaxamento e melhoria do humor.
Dados indicam que cerca de 83% das pesquisas apresentaram resultados positivos no controle da ansiedade. Ainda assim, há ressalvas: efeitos colaterais leves como náuseas, tontura e sonolência podem ocorrer, e a eficácia varia conforme o organismo e a forma de uso.
As formas de consumo mais comuns foram cápsulas, pastilhas e soluções líquidas. Os tratamentos naturais atuam em neurotransmissores, reduzem inflamação e estresse oxidativo, promovendo efeito calmante no sistema nervoso.
Ainda é preciso cautela: o uso deve ocorrer com orientação adequada. Casos mais graves podem exigir acompanhamento profissional e tratamento combinado. A visão atual é de que terapias naturais podem ser aliados, especialmente quando integradas a cuidados multidisciplinares.
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