- Virginia Fonseca, aos 27 anos, informou nas redes sociais que voltou a enfrentar a alopecia areata em 22 de outubro.
- A alopecia areata é uma doença inflamatória autoimune que ataca a raiz dos pelos, é crônica e geralmente não tem cura, exigindo acompanhamento médico ao longo da vida.
- Existem subtipos que vão de falhas localizadas a perda total ou universal de pelos, com causas que envolvem fatores autoimunes e possíveis gatilhos como estresse e infecções.
- Fatores apontados como gatilho incluem ansiedade, burnout, infecções (Covid-19, dengue) e esforço físico intenso; o diagnóstico pode exigir tricoscopia.
- O tratamento costuma envolver anti-inflamatórios (corticosteroides) e, em alguns casos, imunomoduladores; o tempo de tratamento varia conforme o tamanho da área afetada.
Virginia Fonseca, 27 anos, informou nas redes sociais, na quarta-feira 22, que voltou a apresentar alopecia areata. A influenciadora já havia vivido o quadro antes, com queda localizada no couro cabeludo que foi revertida com tratamento.
A alopecia areata é uma doença inflamatória que envolve o sistema imune e atinge a raiz dos folículos capilares. Não tem cura definitiva e requer acompanhamento médico ao longo da vida, com possibilidade de novos episódios.
Segundo especialistas, o corpo pode reativar a doença mesmo após a recuperação, exigindo monitoramento contínuo. O tratamento costuma incluir controle da inflamação e, em muitos casos, aplicação de corticoides.
Tipos e causas
A alopecia areata apresenta variações: focal, total e universal. Os quadros leves envolvem falhas circulares; os mais graves atingem grande parte do couro cabeludo ou o corpo.
A doença é autoimune e pode ter desencadeantes diferentes. Fatores emocionais, infecções e esforço físico intenso aparecem entre os possíveis gatilhos.
Sintomas e diagnóstico
O sinal mais comum é a queda de cabelo localizada. Em alopecias cicatriciais, podem surgir pequenas lesões visíveis sob lupa, sem dor ou coceira. O diagnóstico costuma exigir exame físico específico, como a tricoscopia.
Tratamento
O tratamento envolve anti-inflamatórios, especialmente corticoides, que podem ser aplicados de várias formas. Em muitos casos, a aplicação injetável local é indicada como opção eficaz.
Medicamentos imunomoduladores também podem ser usados, bem como antibióticos orais, dependendo do caso. A duração depende do tamanho da área afetada, variando de semanas a meses.
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