- Túnel que liga Xangai a Nanjing tem quase 11 km de extensão, 7,2 metros de altura e teto adornado com milhões de LEDs, sendo o túnel subaquático mais longo da China.
- A construção levou quatro anos e exigiu investimento superior a US$ 1,5 bilhão.
- Inaugurado em 2022, hoje funciona como via de transporte e também é atração turística por si só.
- A obra utilizou corte e cobertura por causa do lodo argiloso do leito do lago, milhões de metros cúbicos de concreto, sistema de resfriamento de rochas e rede de fibra óptica para detecção de fissuras.
- O projeto incorpora automação, modelagem digital e inteligência artificial, com critérios ambientais, como transporte de circuito fechado, tratamento de efluentes e controle ativo de poeira e ruído.
Com quase 11 quilômetros de extensão e 7,2 metros de altura, o túnel que liga Xangai a Nanjing é o túnel subaquático mais longo da China. Sua construção levou quatro anos e teve investimento superior a US$ 1,5 bilhão. Inaugurado em 2022, ele ultrapassou a função de via de transporte e passou a atrair visitantes.
A obra enfrentou dificuldades incomuns. O leito do lago, coberto por lodo argiloso, exigiu a técnica de corte e cobertura em vez de escavação tradicional. Milhões de metros cúbicos de concreto armado sustentam a estrutura, com sistemas de resfriamento de rochas e rede de fibra óptica para monitoramento em tempo real.
O projeto incorporou tecnologia avançada na construção, com automação no processamento de aço, modelagem digital e inteligência artificial para aumentar precisão. Critérios ambientais rigorosos foram adotados, incluindo tratamento de efluentes, transporte de circuito fechado e controle ativo de poeira e ruído.
Tecnologia e monitoramento
Equipamentos automatizados e sensores conectados permitem detectar fissuras e anomalias durante a operação. A infraestrutura foi estruturada para reduzir a dependência de mão de obra adicional e melhorar a segurança de longo prazo.
Impacto regional e turístico
Além de ligar duas importantes regiões, o túnel passou a ser visto como atração turística por si só. A visitação se soma ao papel de transporte, ampliando o alcance do empreendimento na rede de mobilidade da região.
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