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SP confirma dois casos de sarampo importados; Copa do Mundo acende alerta

SP confirma dois casos importados de sarampo, vindos da Guatemala e Bolívia; governo emite alerta de transmissão durante a Copa em países com surtos

Campanha de vacinação contra sarampo no Rio de Janeiro
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  • SP confirma dois casos importados de sarampo: um homem de 42 anos, residente da Guatemala, e um bebê de seis meses sem vacina, com viagem para a Bolívia.
  • Os casos foram registrados na capital paulista; no ano passado houve dois casos importados.
  • A Secretaria de Estado da Saúde reforça que a vacinação é a principal forma de prevenção, especialmente com o aumento do fluxo internacional para grandes eventos.
  • O governo federal emitiu alerta de risco de transmissão durante a Copa do Mundo, que ocorre em Estados Unidos, Canadá e México.
  • Grupos e diretrizes de vacinação: crianças devem tomar as dose iniciais conforme o calendário; pessoas de cinco a 29 anos, de 30 a 59 anos e trabalhadores da saúde possuem orientações específicas de vacinação.

O governo de São Paulo confirmou dois novos casos importados de sarampo na capital nesta terça-feira (28). Os pacientes sãomonitorados pela Secretaria de Estado da Saúde.

Um homem de 42 anos, residente da Guatemala, e um bebê de seis meses, sem vacinação e com viagem confirmada para Bolívia no início do ano, compõem os casos.

Durante o ano passado, foram registrados dois casos importados. A pasta reforça a importância da vacinação como principal forma de prevenção, diante do aumento do fluxo de viajantes.

Copa do Mundo: alerta de transmissão

O Ministério da Saúde emite alerta de risco de disseminação durante o evento, que acontece entre junho e julho. Países-sede com surtos incluem Estados Unidos, Canadá e México.

A pasta aponta cenário de alta transmissibilidade da doença nas Américas, com o grande fluxo de brasileiros aos países-sede do torneio, aumentando a exposição à infecção.

Vacinação recomendada

  • Crianças: pela primeira dose aos 12 meses (tríplice viral) e segunda aos 15 meses (tetra viral).
  • 5 a 29 anos: duas doses com intervalo de 30 dias; duas doses da tríplice viral comprovadas equivalem a vacinado.
  • 30 a 59 anos: uma dose da vacina; uma dose da tríplice viral comprovada também conta.
  • Trabalhadores da saúde: duas doses, conforme o histórico vacinal, para considerar-se vacinado.

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