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Telescópio espacial da NASA inicia mapeamento do cosmos com 20 mil TB de dados

Telescópio espacial Nancy Grace Roman inicia mapeamento do universo, gerando 20.000 terabytes de dados e buscando milhares de exoplanetas via microlente gravitacional

O Telescópio Roman em órbita: capturando em uma única imagem o que exigiria centenas de exposições de observatórios antigos
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  • O Telescópio Roman, da NASA, inicia o mapeamento do universo com 20.000 terabytes de dados brutos para estudar matéria escura e localizar exoplanetas.
  • A missão usa microlente gravitacional para detectar milhares de exoplanetas a milhares de anos-luz, abrangendo massas desde gigantes gasosos até mundos rochosos.
  • O coronagrafo embarcado bloqueia a luz da estrela para visualizar planetas diretamente, favorecendo a análise atmosférica e a detecção de biossignaturas.
  • Ao longo de sua vida útil primária, serão gerados 20 petabytes de dados; a NASA utiliza armazenamento em nuvem e aprendizado de máquina, com taxa de transmissão de 1,4 terabytes por dia, e operação mínima de cinco anos com sensor de 300 megapixels.
  • O campo de visão panorâmico, cem vezes maior que o do Hubble, permitirá mapear galáxias amplamente, medir a expansão do universo pela energia escura e apoiar metas como mapear 2.500 exoplanetas por microlente e monitorar milhões de galáxias.

O Telescópio Roman da NASA iniciou sua fase de observação do cosmos profundo, com foco em mapear a distribuição de matéria escura e localizar novos sistemas planetários. A missão promete gerar um volume gigantesco de dados brutos para análise internacional.

A instrumentação utiliza uma lente de campo amplo e opera com técnicas de microlente gravitacional para detectar exoplanetas distantes. O observatório também emprega coronagrafia para bloquear a luz estelar e observar planetas diretamente.

Como o Roman identifica exoplanetas

A técnica de microlente observa distorções na luz de estrelas-néctar, revelando planetas a milhares de anos-luz. Planetas de massas diversas podem ser detectados, ampliando o catálogo global de exoplanetas.

Dados e metas da missão

A NASA estima produzir cerca de 20 petabytes de dados ao longo de operação primária, com transmissão de 1,4 terabytes por dia. O período mínimo de funcionamento é de 5 anos, e o sensor opera com resolução de 300 megapixels.

Campo de visão e impacto científico

O campo amplo supera o telescópio Hubble em alcance, mapeando áreas extensas do céu. Entre os objetivos estão o mapeamento de 2.500 exoplanetas por microlente, observação de milhões de galáxias e mapeamentos infravermelhos da Via Láctea central.

Observações adicionais

Segundo o Goddard Space Flight Center, as medições devem contribuir para testes da Teoria da Relatividade Geral em escalas cósmicas, usando estrelas distantes como referência de distâncias no universo em expansão.

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