- O Elevador Bailong, externo, fica no Parque Florestal Nacional de Zhangjiajie, na China, cravado em um penhasco de 326 metros e é recordista mundial de mobilidade vertical externa.
- Opera com três cabines de deck duplo, com capacidade de cerca de 4.000 pessoas por hora, sendo utilizado por milhares de visitantes diariamente.
- A construção envolveu escavações no paredão de quartzo e arenito e pilares de aço fixados na rocha para resistir a ventos fortes, com as cabines operando simultaneamente.
- Possui detectores sísmicos e evacuação automática em caso de tremor; custo da obra é de aproximadamente 20 milhões de dólares e foi inaugurado em dois mil e dois.
- O projeto gerou polêmica ambiental por impactar a paisagem, mas ajudou a reduzir o tráfego de ônibus poluentes e tornou o topo mais acessível a idosos e pessoas com mobilidade reduzida.
O Elevador Bailong, também conhecido como Cem Dragões, foi instalado no Parque Florestal Nacional de Zhangjiajie, na China. Cravado em um penhasco de 326 metros, ele opera externamente, transportando milhares de turistas diariamente pelas montanhas que inspiraram Avatar. A estrutura é reconhecida pelo Guinness como o elevador externo de passageiros mais alto, rápido e com maior capacidade.
A construção exigiu escavações diretas no paredão de quartzo e arenito. A sustentação é de aço, apoiada por ancoragens robustas para enfrentar ventos fortes e o peso de três cabines duplas em operação simultânea. Poços e túneis protegem os sistemas elétricos da montanha.
Desafios de segurança
A área é geologicamente sensível. O elevador utiliza detectores sísmicos; em tremores, as cabines evacuarão automaticamente e ficarão travadas no solo para segurança dos passageiros.
Dados técnicos
As cabines de vidro panorâmico permitem visão ampla das Montanhas Aleluia. A altura total é de 326 metros; cada cabine suporta até 50 passageiros. O sistema opera com três elevadores de deck duplo, inaugurado em 2002 com custo estimado de 20 milhões de dólares.
Impacto no turismo
A obra gerou polêmica ambiental, com críticos argumentando que a estrutura compromete a paisagem de um Patrimônio Mundial da UNESCO. A administração, porém, afirma que reduziu o tráfego de ônibus poluentes e evitou a construção de mais hotéis na área preservada.
Consequências para o tráfego no parque
O acesso rápido ao topo democratizou a vista para idosos e pessoas com mobilidade reduzida, abrindo a experiência a um público mais amplo. Em comparação com trilhas, o elevador reduz significativamente o tempo de deslocamento e aumenta a capacidade de atendimento por hora.
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