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EcoRodovias testa energia do mar em rodovias para mobilidade sustentável

EcoRodovias testa microrganismos marinhos para alimentar sinalização e iluminação viária, visando energia limpa e menor impacto ambiental em fase de testes

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  • A EcoRodovias testa um projeto que usa microrganismos marinhos para gerar bioeletricidade e bioluminescência, alimentando sinalização e iluminação de rodovias de forma sustentável.
  • O sistema funciona com biorreatores que hospedam microrganismos, captando elétrons para alimentar sensores, LEDs e dispositivos de segurança, além de emitir luz por organismos bioluminescentes.
  • O projeto é realizado pela EcoRodovias na concessionária Ecovias Cerrado, em parceria com a Regenera Moléculas, com apoio do Recurso para Desenvolvimento Tecnológico da ANTT.
  • A iniciativa ainda está em fases de testes, com avaliação de viabilidade, custo-benefício, impactos ambientais e regulatórios para eventual uso em escala piloto.
  • A meta é avançar para protótipos otimizados que integrem tecnologia biológica à infraestrutura, contribuindo para rodovias mais seguras, eficientes e com menor impacto ambiental.

A EcoRodovias testa uma tecnologia que usa microrganismos marinhos para gerar energia e luz em rodovias. A iniciativa busca alimentar sinalização e iluminação de forma sustentável, em fase de testes, na concessionária Ecovias Cerrado.

A parceria envolve a Regenera Moléculas, com suporte do Recurso para Desenvolvimento Tecnológico (RDT) da ANTT. O objetivo é avaliar a viabilidade de substituir fontes energéticas convencionais em dispositivos de segurança viária.

No funcionamento, microrganismos bioelétricos são mantidos em biorreatores selados que recebem nutrientes naturais. Durante o metabolismo, eles geram elétrons captados por eletrodos, enquanto espécies bioluminescentes emitem luz contínua.

Meio precioso da natureza: por que marinhos

Segundo a Regenera Moléculas, o uso de microrganismos de origem marinha explora uma fronteira da bioengenharia aplicada à infraestrutura. A biodiversidade do Banco Regenera sustenta o desenvolvimento de organismos estáveis e com potencial energético.

Essa abordagem não recorre a manipulação genética. A equipe afirma que o modelo pode reduzir resíduos eletrônicos e o consumo da rede elétrica, contribuindo para estradas mais seguras e sustentáveis.

Caminhos para a viabilidade

As fases iniciais contemplam testes laboratoriais e em ambiente controlado. Pesquisas avaliam custo-benefício, impactos ambientais e aspectos regulatórios para eventual escala em rodovias.

A EcoRodovias aponta que o projeto integra inovação, ciência e sustentabilidade. A diretora de sustentabilidade, Monica Jaen, ressalta o potencial da iniciativa para aproximar ciência da prática infrastrutural.

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