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Ju Massaoka relata drama após aplicação de PMMA sem consentimento

Ju Massaoka relata drama com PMMA sem consentimento, cirurgia exigiu reconstrução nasal com costela e alerta sobre riscos de procedimentos estéticos não autorizados

Ju Massaoka revela quase ter perdido o nariz após aplicação de PMMA sem autorização. Saiba como identificar a substância e os riscos
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  • Ju Massaoka revelou, com curativo no rosto, que quase sofreu necrose nasal após uso de PMMA sem consentimento durante uma cirurgia realizada anos atrás.
  • O procedimento, inicialmente para corrigir desvio de septo, acabou revelando a presença de um preenchedor definitivo feito com microesferas de acrílico, que precisou de remoção de pedaço da costela para reestruturar o nariz.
  • A jornalista alertou viewers sobre os riscos de procedimentos estéticos sem transparência e destacou que a substância, liberada pela Anvisa para algumas áreas médicas, não é recomendada para uso estético devido ao alto risco de não absorção pelo corpo.
  • O cirurgião Renato Fortes Bittar confirmou que casos assim são mais comuns do que se imagina e indicou ultrassonografia como método eficaz para detectar a substância em exames.

Ju Massaoka revelou um susto grave envolvendo um preenchedor estético utilizado sem seu consentimento. Em entrevista ao vivo, a jornalista contou que, durante uma cirurgia para corrigir desvio de septo, recebeu PMMA, um material definitivo, sem pleno conhecimento sobre o que seria aplicado em seu rosto.

A operação acabou sendo mais complexa do que era previsto. Para remover o PMMA e reestruturar a anatomia do nariz, a equipe médica precisou retirar um pedaço de osso da costela da jornalista. Ela explicou que ficou afastada de gravações por semanas, temendo não retornar ao programa.

A história reforça alertas sobre procedimentos sem transparência. A Anvisa permite o uso do PMMA em algumas áreas da medicina, mas desaconselha seu uso estético devido ao risco de não absorção pelo corpo e a complicações graves. Ju pediu cautela e informações claras antes de qualquer intervenção.

Especialistas esclarecem riscos e diagnóstico

O cirurgião Renato Fortes Bittar afirmou que casos semelhantes são mais comuns do que se imagina e que alguns profissionais utilizam PMMA para esconder resultados insatisfatórios, sem informar o paciente sobre o material.

Para detectar a presença da substância, ele indicou ultrassonografia como método eficaz. O especialista ressaltou a importância de pesquisar a atuação dos profissionais e dos materiais antes de qualquer mudança no corpo.

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