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Boeing desenvolve drone furtivo que reabastece F-35 no ar e amplia alcance naval

Drone furtivo MQ-25 Stingray reabastece caças F-35 no ar, ampliando alcance naval e liberando pilotos para missões de combate

A Boeing criou um drone furtivo que reabastece caças F-35 no ar e dobra o alcance de ataque da Marinha americana
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  • A Boeing desenvolveu o MQ-25 Stingray, drone autônomo para reabastecimento em porta-aviões, conectando-se a caças F-35 e F/A-18 no céu.
  • Funciona como reservatório de combustível voador, estendendo o alcance dos caças de quinta geração e fortalecendo a logística de combate naval.
  • A automação reduz a dependência de aeronaves tripuladas para reabastecimento, liberando pilotos para missões de ataque.
  • Em testes no USS George H. W. Bush, o Stingray mostrou ajustar velocidade e posição conforme o balanço do navio e o vento, evidenciando integração com a tripulação.
  • A furtividade do drone auxilia operações em áreas com defesas inimigas, e, no futuro, pode expandir funções para vigilância e guerra eletrônica.

A Boeing desenvolveu o MQ-25 Stingray, um drone furtivo projetado para reabastecer caças no ar a partir de porta-aviões, ampliando o alcance de operações da Marinha dos Estados Unidos. A aeronave opera de forma autônoma, identificando jatos como F-35 e F/A-18 para o reabastecimento, sem piloto a bordo. O programa visa reduzir a dependência de aeronaves tripuladas na função logística.

Os testes iniciais mostraram a capacidade de integração entre o drone e aeronaves de combate, com a Marinha mantendo seus pilotos voltados às missões de ataque. O Stingray atua como reservatório aéreo móvel, permitindo que caças prolonguem patrulhas e operações em áreas distantes da costa.

O MQ-25 é apresentado como parte de uma evolução na logística de combate naval, em especial no uso de porta-aviões como plataformas para enxames de aeronaves não tripuladas. A tecnologia busca manter a vigilância e o poder de fogo em zonas com maior atuação de defesa adversária.

Operação e aplicações

Aeronave é baseada em princípios de baixa detectabilidade para sustentar missões em áreas com defesas agressivas. A fuselagem lisa e a ausência de cockpit contribuem para reduzir a assinatura de radar durante o reabastecimento.

Vantagens estratégicas

O alcance dos caças de quinta geração é ampliado, ampliando tempos de patrulha e capacidade de alcance de ataque. A automação reduz desgaste de pilotos em missões longas, mantendo o foco operacional das forças.

Futuro do conceito

A partir da integração entre máquina e homem, o reabastecimento autônomo pode abrir caminho para sensores de vigilância e sistemas de guerra eletrônica no mesmo posto. A expectativa é que portas-aviões passem a funcionar como bases de enxames não tripulados.

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