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CEOs revelam uso de IA na vida pessoal para aumentar produtividade

CEOs da Nvidia, OpenAI e Microsoft usam IA para otimizar tarefas diárias, sinalizando que a produtividade passa a depender de assistentes virtuais

CEO da Nvidia, Jensen Huang | REUTERS/Brittany Hosea-Small
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  • Jensen Huang, CEO da Nvidia, usa chatbots como ChatGPT e Gemini para redigir textos a partir de esboços e PDFs de palestras.
  • Sam Altman, da OpenAI, utiliza chatbots para resumir documentos; Satya Nadella, da Microsoft, aproveita recursos de IA no Outlook para organizar a caixa de entrada.
  • Os executivos apontam que a IA está elevando a produtividade, mas é preciso revisar as informações por causa de possíveis imprecisões, chamadas “alucinações”.
  • Huang comenta a chegada dos “agentes de pesquisa” capazes de cruzar dados de diferentes IA; Altman diz que esses agentes podem ganhar espaço no mercado ainda neste ano.
  • A Nvidia já viveu impacto de queda no valor de mercado após a divulgação de modelo de IA de terceiros, fortalecendo a percepção de velocidade e competição no setor.

A IA já faz parte do cotidiano de grandes executivos. Jensen Huang, da Nvidia, revelou que usa chatbots como ChatGPT e Gemini para redigir textos, alimentando rascunhos com PDFs de palestras anteriores. O resultado é considerado muito útil para produtividade.

Sam Altman, da OpenAI, também recorre a chatbots para resumir documentos, enquanto Satya Nadella, da Microsoft, utiliza recursos de IA no Outlook para organizar a caixa de entrada. Em comum, há a busca por eficiência operacional.

Esses exemplos destacam uma tendência: até mesmo líderes com equipes de alto nível recorrem a IA para poupar tempo e acelerar tarefas diárias. A adoção vai além de curiosidade, tornando-se uma prática comum entre executivos.

Papel da IA na produtividade

Analisar, consolidar informações e automatizar tarefas básicas com IA deixa claro que dominar a tecnologia não é mais diferencial, e sim requisito para manter competitividade no mercado atual.

Especialistas ressaltam cautela: as ferramentas podem apresentar imprecisões, conhecidas como alucinações, e devem funcionar como apoio, não substituição. A checagem humana continua indispensável.

Tendência e futuro do trabalho

Jensen Huang projeta uma fase de “agentes de pesquisa” que cruzam dados de vários modelos, gerando respostas mais complexas. Um agente poderia, por exemplo, compor um podcast a partir de trechos de palestras e relatórios.

Sam Altman reforça a ideia de que esses agentes podem ganhar espaço no mercado já neste ano, desafiando setores a adotá-los com rapidez e confiabilidade.

A Nvidia vive um episódio recente de volatilidade: a empresa registrou queda de valor de quase US$ 600 bilhões após a divulgação de um modelo de IA semiindependente de chips da Nvidia. O episódio evidencia o ritmo acelerado da inovação no setor.

Impacto na carreira

A ascensão da IA não implica substituição imediata de profissionais, mas aumenta a demanda por habilidades que permitam trabalhar com as ferramentas. Aprender a usar IA para tomar decisões e otimizar processos pode ser um diferencial.

Se grandes empresas recorrem a IA no dia a dia, outros profissionais podem fazer o mesmo, desde que haja capacitação adequada. O foco está em usar a tecnologia como aliada para ampliar produtividade.

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