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Como o hantavírus se espalha? Surto em cruzeiro no Atlântico

Hantavírus, transmitido por roedores, é confirmado na atual epidemia a bordo de cruzeiro no Atlântico; OMS aponta risco global baixo

Hantavirus outbreak on Atlantic cruise ship
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  • O hantavírus normalmente se transmite por contato com roedores ou com urina, fezes ou saliva deles.
  • A transmissão de pessoa para pessoa é incomum, mas já foi relatada em surtos da espécie Andes, que está presente no surto atual.
  • Os sintomas costumam ser dor de cabeça, tontura, calafrios, febre e problemas gastrointestinais.
  • Em 2025, foram reportados vários centenas de casos de hantavírus nas Américas; o vírus possui alta letalidade e não há tratamento ou vacina específico.
  • O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que, neste estágio, o risco global à saúde pública permanece baixo.

O hantavírus está associado a um surto ligado a um cruzeiro no Atlântico. A transmissão normalmente ocorre pelo contato com roedores infectados ou com urina, fezes ou saliva dos animais. A atual ocorrência confirma a presença da cepa Andina, capaz de transmissão entre pessoas em casos anteriores.

Autoridades de saúde e a Organização Mundial da Saúde acompanham o caso. A Organização destaca que, neste estágio, o risco global à saúde pública permanece baixo, mesmo com a confirmação de transmissão pessoa a pessoa na cepa Andina.

A hantavirose costuma apresentar sintomas como dor de cabeça, tontura, calafrios, febre e problemas gastrointestinais. Os casos são pouco comuns e, em 2025, houve centenas de ocorrências nas Américas. Não há tratamento específico nem vacina disponível.

As informações oficiais ressaltam que, apesar da gravidade potencial, o desfecho depende de fatores como a carga viral e a resposta individual do paciente. Não há indicações de medidas suprimidas ou adicionais além do monitoramento médico apropriado.

A OMS enfatiza a necessidade de vigilância contínua e de medidas preventivas para reduzir a exposição a roedores em ambientes de cruzeiro e áreas de turismo. A confirmação da cepa Andina amplia a compreensão sobre possíveis mecanismos de transmissão nesta situação.

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