- A carcaça de baleia-sperm foi rebocada por mais de 20 km, de Era beach até Bellambi boat ramp, com peso estimado entre 20 e 25 toneladas e oito metros de comprimento.
- A operação ocorreu na sexta-feira pela manhã e houve falta de aviso público, levando a preocupações sobre aumento de atividade de tubarões nas praias da região.
- A prefeitura de Wollongong e autoridades locais estão sendo instadas a realizar uma revisão da remoção, com foco em comunicação, segurança dos trabalhadores e uso de equipamentos.
- A baleia foi quebrada e carregada em caçambas, sendo transportada para o complexo de resíduos Whytes Gully.
- O episódio expôs divergências entre NPWS, prefeitura, Surf Life Saving NSW e comunidad local sobre responsabilidades de comunicação, fechamento de praias e monitoramento de tubarões.
O que aconteceu: uma baleia-cachalote morta, com cerca de 20 a 25 toneladas, foi removida de Era Beach, no Parque Nacional Royal, e rebocada por mais de 20 km até Bellambi, leste de Wollongong. A operação envolveu um rebocador de 60 toneladas e ocorreu na manhã de sexta-feira, seguida do desmonte da carcaça e transporte por via rodoviária até a unidade de tratamento Whytes Gully.
Quem esteve envolvido: a National Parks and Wildlife Service (NPWS) coordenou a remoção com apoio de um contratante. A Wollongong City Council atuou como gestora local da área, com suporte da Surf Life Saving NSW. Comunidades locais aborígenes foram consultadas para considerar valores culturais.
Quando e onde aconteceu: o achado ocorreu no sábado, 25 de abril, quando a carcaça apareceu numa plataforma rochosa de Era Beach, no Parque Nacional. A remoção final foi concluída até Bellambi, com a carcaça dividida e levada ao aterro de Whytes Gully.
Por quê: a NPWS informou que não era viável apenas rebocar a carcaça ao mar, devido a riscos de navegação e propagação de decomposição. A remoção atendeu a preocupações de segurança, meio ambiente e acessibilidade para a retirada da baleia de proporções consideráveis.
Desdobramentos e controvérsias: após a operação, surgiram críticas sobre falhas de comunicação com o público, o que gerou exposição a riscos de atividade de tubarões na região. A gestão da comunicação envolveu NPWS, a prefeitura de Wollongong e Surf Life Saving NSW, cada parte apontando responsabilidades.
Reações e impactos locais: especialistas, pescadores e mergulhadores relataram notificações insuficientes e riscos não anunciados durante o deslocamento da carcaça ao longo da costa. A comunidade pesqueira e clubes de surfe sinalizaram preocupações com a segurança e com a comunicação entre órgãos.
Medidas futuras: a lord mayor de Wollongong solicitou reunião urgente com ministros estaduais e NPWS para estabelecer protocolos para operações futuras. A NPWS confirmou que revisões serão feitas com as partes envolvidas para melhorar eficácia e segurança.
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