- Estudos da Alzheimer’s Association indicam que algumas classes de medicamentos comuns podem estar associadas ao aumento do risco de demência.
- Dentre eles, destaque para anti-histamínicos de primeira geração, usados como antialérgicos, que bloqueiam receptores de histamina e também a acetilcolina, neurotransmissor ligado à memória.
- O bloqueio da acetilcolina pode afetar memória e atenção, segundo o estudo.
- O uso cotidiano de analgésicos, antialérgicos e outros remédios é comum, mas nem sempre é considerado o potencial efeito a longo prazo.
- O estudo reforça a necessidade de cautela e avaliação de riscos ao usar esses medicamentos, principalmente entre pacientes com fatores de risco para demência.
O estudo publicado pela Alzheimer’s Association aponta que algumas classes de medicamentos comuns podem estar associadas ao risco de demência. A pesquisa analisa vínculos entre uso prolongado de certos fármacos e alterações na memória e na função cognitiva.
Entre as classes destacadas, os anti-histamínicos são ressaltados como de cautela maior. Esses fármacos, usados para alergias, podem bloquear a acetilcolina, neurotransmissor essencial para memória e atenção.
O texto enfatiza que a relação é associativa e não confirma causalidade. Pesquisadores defendem avaliação cuidadosa de uso continuado, sobretudo em pessoas com fatores de risco para demência.
Anti-histamínicos e cautela no uso
Segundo os especialistas, a recomendação é revisar com o médico a necessidade de anti-histamínicos de primeira geração. A ideia é evitar uso desnecessário e optar por opções com menor impacto cognitivo quando possível.
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