- A demora na importação de reagentes e insumos para pesquisas prejudica a ciência brasileira.
- A professora Mayana Zatz, da USP, apresenta uma proposta para agilizar esses processos, defendida há anos.
- A ideia permitiria que pesquisadores viabilizassem importações com total controle dos órgãos regulatórios, reduzindo a burocracia.
•Segundo Zatz, a medida reduziria custos com intermediários e aumentaria a eficiência das compras.
- A coluna Decodificando o DNA vai ao ar quinzenalmente, às quartas, na Rádio USP e também no YouTube.
A morosidade na importação de insumos para pesquisa no Brasil foi tema de uma coluna publicada hoje. A professora Mayana Zatz, do Centro de Estudos do Genoma Humano e Células-Tronco da USP, apresenta uma proposta para acelerar os processos de compra de material no exterior.
A ideia defendida pela pesquisadora visa permitir que os próprios cientistas façam importações com controle direto dos órgãos regulatórios, reduzindo a burocracia e acelerando prazos. A proposta também aponta a redução de custos com intermediários e maior eficiência na aquisição de reagentes.
A proposta surge como resposta aos atrasos que impactam o andamento de pesquisas em universidades e institutos. Mayana Zatz afirma que é possível viabilizar as importações com maior agilidade sem comprometer a supervisão regulatória.
Decodificando o DNA
A coluna Decodificando o DNA, com Mayana Zatz, vai ao ar quinzenalmente. O programa é divulgado pela Rádio USP e também está disponível no YouTube.
Sobre o programa
A transmissão acontece semanalmente na Rádio USP, em São Paulo 93,7; e em Ribeirão Preto 107,9, com produção conjunta da Rádio USP, Jornal da USP e TV USP.
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