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Tratamentos inspirados em DNA e agricultura espacial são prioridades de pesquisa

Tratamentos inspirados em DNA e agricultura espacial lideram a agenda na estação, com análise de materiais biomiméticos, cultivo de alface e física quântica

NASA astronaut and Expedition 74 flight engineer Jessica Meir inspects sensitive fiber cables that emit light to help cool, trap, and study atoms with high accuracy inside the Cold Atom Lab (CAL) aboard the International Space Station. The CAL, a quantum research facility, chills atoms to near absolute zero, providing insights into atomic wave functions, general relativity, and dark matter.
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  • Terapias inspiradas em DNA e agricultura espacial lideraram a agenda da Estação Espacial Internacional, com a tripulação da Expedição 74 atuando ainda em diversos equipamentos de laboratório.
  • A engenheira de voo Jessica Meir, no módulo Harmony, conduziu investigação de biotecnologia para observar materiais similares a DNA em microgravidade, usando um espectrofotômetro; dados foram enviados a computadores para apoiar futuros tratamentos ou nano-terapias contra células cancerígenas.
  • A engenheira de voo Sophie Adenot, da Agência Espacial Europeia, regou plantas de alfafa no Veggie, no laboratório Columbus, estudando como as plantas obtêm nitrogênio e prosperam na microgravidade para promover produção de alimento no espaço; depois, Adenot teve a pressão ocular avaliada com tonômetro.
  • O engenheiro de voo Jack Hathaway, no laboratório Destiny, iniciou a manutenção do Cold Atom Lab, dispositivo de pesquisa quântica, e encerrou o turno trocando componentes de uma roupa espacial para retorno à Terra; o CAL ganhou um novo módulo quântico em abril.
  • Os cosmonautas Sergey Kud-Sverchkov e Sergei Mikhaev começaram o turno com um sensor acústico no pescoço para entender impactos da microgravidade no sistema respiratório e, ao longo do dia, descarregaram carga do Progress 95.
  • Andrey Fedyaev, também da Roscosmos, manteve a troca de hoses, conectores e válvulas da desumidificadora da nave Zvezda.

O que aconteceu nesta quinta-feira a bordo da Estação Espacial Internacional foi marcado por avanços em terapias inspiradas no DNA, cultivo de plantas em ambiente de microgravidade e manutenção de equipamentos de pesquisa. A tripulação da Expedição 74 executou uma agenda intensa e variada.

Jessica Meir, engenheira de voo da Nasa, atuou no módulo Harmony em uma investigação de biotecnologia que observa materiais microencapsulados semelhantes ao DNA. Ela utilizou um espectrofotômetro para analisar a formação de estruturas estáveis, com os dados sendo transferidos para análise médica remota.

Sophie Adenot, engenheira da ESA, regou plantas de alface no Veggie, no laboratório Columbus, para entender a nutrição em microgravidade. No final, Adenot teve a pressão ocular medida por Meir, que utilizou tonômetro para monitorar possíveis impactos visuais de missões espaciais.

Continuidade de atividades técnicas

Jack Hathaway iniciou o turno no módulo Destiny, mantendo o CAL, o equipamento de pesquisa quântica que opera a temperaturas próximas do zero absoluto. O objetivo é observar funções de onda atômicas, relatividade geral e matéria escura.

Chris Williams manteve-se no módulo Kibo, removendo hardware de pesquisa para embarque em nave espacial de carga SpaceX Dragon programada para a próxima semana. Posteriormente, reorganizou cargas na nave Cygnus XL e retirou o colete Bio-Monitor usado por dois dias.

Sergey Kud-Sverchkov e Sergei Mikaev, da Roscosmos, iniciaram o turno com sensores acústicos para entender o impacto da microgravidade no sistema respiratório. A dupla passou o dia descarregando carga da Progress 95, reforçando as operações de abastecimento da estação.

Andrey Fedyaev, também da Roscosmos, seguiu trocando hoses, conectores e válvulas do sistema de desumidificação da Zvezda, para manter a qualidade do ar na ISS. A rotina de substituições é parte da manutenção contínua de infraestrutura.

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