- Brasil registrou oito casos de hantavírus em 2026, conforme levantamento do Metrópoles; o Ministério da Saúde confirma sete, e a Secretaria de Saúde do Paraná identificou um oitavo.
- Os casos foram registrados em Minas Gerais (dois), Rio Grande do Sul (dois), Paraná (dois) e Santa Catarina (um); há ainda um registro sem unidade da Federação identificada.
- No Paraná, os casos confirmados envolvem um homem de 34 anos, de Pérola d’Oeste, e uma mulher de 28 anos, de Ponta Grossa; outros casos são investigados.
- A verificação brasileira ocorre em meio a um alerta internacional após mortes no cruzeiro MV Hondius; a cepa Andes é a única associada a transmissão entre pessoas.
- O hantavírus é doença respiratória rara, transmitida principalmente por excreções de roedores; não há vacina e o tratamento é suporte médico.
Brasil registra oito casos de hantavírus em 2026. O Ministério da Saúde confirmou sete registros, enquanto a Secretaria de Saúde do Paraná identificou o oitavo caso.
O total é apurado por levantamento do portal Metrópoles, com dados oficiais até o momento.
Distribuição por estado revela dois casos em Minas Gerais, dois no Rio Grande do Sul, dois no Paraná, um em Santa Catarina e um caso ainda sem unidade identificada.
No Paraná, os registros envolvem um homem de 34 anos, morador de Pérola d’Oeste, e uma mulher de 28, de Ponta Grossa, nos Campos Gerais. Outros 11 casos estão em investigação.
Casos por estado
Os registros em Minas Gerais somam dois, enquanto o Rio Grande do Sul também tem dois casos confirmados.
Paraná tem dois casos confirmados pela Justiça estadual e um pela Secretaria de Saúde, totalizando três registros no estado. Um caso permanece sem indicação de unidade federativa.
Contexto internacional
A confirmação de casos no Brasil acompanha alerta global após a Organização Mundial da Saúde reportar mortes associadas ao hantavírus em cruzeiro. O MV Hondius, que partiu da Argentina para Cabo Verde, gerou atenção internacional.
Sobre hantavírus
O hantavírus é uma doença respiratória rara transmitida principalmente por roedores. A transmissão entre pessoas é possível em contatos próximos, mas não comum. O período de incubação costuma ser de duas a quatro semanas.
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