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Creatina avança no Brasil com foco na qualidade

Creatina ganha protagonismo no Brasil com regulamentação de até cinco gramas diários, maior foco em pureza, rastreabilidade e transparência

Foto: Divulgação / Atlhetica Nutrition® / DINO
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  • A creatina ganhou destaque no mercado brasileiro com a atualização da Anvisa, que estabeleceu o limite diário de consumo de até cinco gramas para adultos.
  • A mudança regula a prática no Brasil e alinha a legislação brasileira a padrões internacionais, reforçando a importância da pureza, rastreabilidade e transparência na cadeia de suprimentos.
  • Dados da ABIAD apontam crescimento contínuo do setor de suplementos no Brasil, impulsionado por saúde, bem‑estar e desempenho físico.
  • A creatina monohidratada é descrita pela International Society of Sports Nutrition como um dos suplementos mais estudados, com evidências de segurança e benefícios quando usado conforme as recomendações.
  • Indústrias, como a Atlhetica Nutrition, passaram a adotar protocolos analíticos mais extensos e rastreabilidade, como o protocolo CREATEST30™ com 30 etapas e 82 verificações por lote, para atender às exigências de qualidade e transparência.

O tema ganhou destaque no Brasil à medida que a suplementação avança no cotidiano de saúde, performance e bem‑estar. A creatina passou a ocupar posição central no mercado, com foco em qualidade, rastreabilidade e transparência. A discussão envolve consumidores, órgãos reguladores e empresas do setor.

A Anvisa ampliou o consumo diário permitido para adultos, de 3 g para 5 g, por meio da Instrução Normativa nº 373/2025. A mudança aproxima a regulamentação brasileira de normas internacionais e reforça a precisão na formulação de produtos.

Dados da ABIAD indicam crescimento contínuo do setor de suplementos alimentares no Brasil, refletindo maior procura por itens que apoiem prevenção, treino e saúde geral. O país figura entre os mercados sul‑americanos com maior demanda por proteínas e produtos de desempenho.

Regulamentação e qualidade sob escrutínio

Monitoramentos recentes da Anvisa ressaltam a importância de pureza, rotulagem correta e rastreabilidade da matéria‑prima. As análises oficiais apontam avanço do setor em meio a consumidor mais atento à composição e à procedência.

A discussão sobre qualidade impulsionou iniciativas da indústria. Marcas passam a adotar protocolos mais rigorosos de verificação, buscando atender a um ambiente regulatório mais exigente e a um público cada vez mais criterioso.

Exemplos de prática no mercado

A Atlhetica Nutrition segue ampliando seu portfólio com a creatina 100% PURE CREATEST30™, desenvolvida em parceria com a PHZON Group. O protocolo envolve 30 etapas de rastreabilidade técnica e 82 verificações por lote, incluindo teor de creatina, metais pesados e resíduos de agrotóxicos.

Segundo o técnico da PHZON Group, há uma mudança estrutural: o mercado passa a avaliar toda a cadeia produtiva, além do ingrediente em si. A adoção de matérias‑primas de grau clínico e controles analíticos mais extensos tornou‑se diferencial competitivo.

Em testes conduzidos pela Anvisa, a Atlhetica Nutrition mostrou conformidade nos critérios avaliados para a categoria de creatinas comercializadas no Brasil. O avanço em rastreabilidade e qualidade acompanha o debate setorial sobre segurança e transparência.

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