- Um novo caso suspeito de hantavírus foi identificado em Tristão da Cunha, ilha mais isolada do mundo, com o possível infectado sendo um cidadão britânico.
- A vigilância acompanha passageiros do cruzeiro MV Hondius e contatos deles; até o momento, seis dos oito casos suspeitos foram confirmados. A embarcação passou pela ilha em quinze de abril.
- Tristão da Cunha fica no Atlântico Sul, não possui aeroporto e só é acessível por mar, com viagens a partir da Cidade do Cabo cerca de dez vezes ao ano, levando quase uma semana dependendo do tempo.
- A população da ilha é de 216 pessoas, que vivem principalmente da agricultura de subsistência, da pesca e da venda de itens para colecionadores; estrangeiros não podem comprar terras nem morar permanentemente.
- O vulcão Queen Mary’s Peak é a principal referência geográfica e o arquipélago é conhecido pelo alto isolamento; o incidente ocorre em um ambiente com histórico de pouca conectividade e transporte.
Um novo caso suspeito de hantavírus foi identificado na ilha de Tristão da Cunha, território britânico ultramarino. O possível infectado é um cidadão britânico, segundo a agência de segurança sanitária do Reino Unido, divulgando na sexta-feira.
As autoridades monitoram passageiros do cruzeiro MV Hondius e pessoas que tiveram contato com eles após o surto. Dos oito casos suspeitos, seis já foram confirmados. A embarcação passou pela ilha em 15 de abril, conforme dados oficiais.
Tristão da Cunha fica no Atlântico Sul, sem aeroporto e com acesso apenas por mar. O cruzeiro costuma aportar na ilha cerca de dez vezes ao ano, em viagens cuja duração pode chegar a quase uma semana.
A população da ilha é de 216 pessoas, residentes em Edinburgh of the Seven Seas. A economia local depende de pesca, agricultura de subsistência e comércio de itens colecionáveis. A ilha não permite compra de terras por estrangeiros.
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